Anvisa proíbe caneta emagrecedora T36 por falta de registro e segurança
Produto, comercializado online, não teve eficácia nem segurança comprovadas no país, alerta a agência reguladora.


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a proibição da caneta emagrecedora T36 em território brasileiro. A medida, publicada no Diário Oficial da União, impede a fabricação, importação, distribuição, divulgação, comercialização e uso do produto, que era amplamente oferecido em plataformas digitais e redes sociais.
A decisão da Anvisa fundamenta-se na completa ausência de registro sanitário para a caneta T36 no Brasil. Sem o devido licenciamento, não há como garantir que o produto passou por avaliações rigorosas de segurança, qualidade e eficácia, conforme as normas e regulamentações sanitárias vigentes no país.
Autoridades da agência reguladora enfatizam que a comercialização de produtos sem o aval sanitário representa um sério risco à saúde dos consumidores. A falta de controle sobre a composição, fabricação e condições de armazenamento de itens sem registro pode levar a efeitos adversos inesperados e graves, colocando em perigo a vida dos usuários.
Mesmo com a proibição, a Anvisa observou que a caneta T36 continuava sendo divulgada e vendida por meio de diversos canais digitais. Essa persistência na oferta ilegal intensificou a necessidade de uma ação regulatória firme para proteger a população de práticas comerciais irregulares e potencialmente danosas.
A agência reguladora reforça a importância de que os consumidores busquem sempre produtos com registro ou notificação sanitária, verificando a autenticidade e a conformidade dos itens antes de qualquer aquisição. Essa prática simples ajuda a evitar a compra de produtos irregulares e protege a saúde individual e coletiva.
A Anvisa orienta que qualquer cidadão que encontrar a caneta emagrecedora T36 à venda deve denunciar a irregularidade aos canais de atendimento da agência ou às vigilâncias sanitárias locais. A colaboração da população é crucial para coibir a comercialização de produtos ilícitos e garantir a segurança dos consumidores.
Fonte: Poder360
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