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Campanha de Lula vai colaborar, mas reagirá se for “agredida”, diz Edinho

Redação Cerrado em Foco•
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Campanha de Lula vai colaborar, mas reagirá se for “agredida”, diz Edinho
Campanha de Lula vai colaborar, mas reagirá se for “agredida”, diz Edinho - imagem 2

Campanhas do petista e de Flávio Bolsonaro se reuniram nesta 3ª feira (13.out) com o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques

“O que nós queremos é uma disputa que seja equilibrada, que as duas campanhas sejam tratadas da mesma forma”, disse Edinho Kauan dos Santos/Poder360 - 17.mar.2026 Leonardo Gimenes de Brasília 13.out.2026 (terça-feira) - 21h17 Priorize o Poder no Google O presidente do PT, Edinho Silva, disse, nesta 3ª feira (13.out.2026), que o presidente do Tribunal Superior Eleitoral , Kassio Nunes Marques, propôs, em reunião, diminuir a judicialização do processo eleitoral. O petista afirmou que a posição do partido é “colaborativa” , mas que a legenda defenderá a campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) caso ela seja atingida ou agredida ou a legislação eleitoral não seja cumprida.

“Temos uma postura de colaborar, de impedir a judicialização, de diminuir o volume de medidas tomadas, mas claro, isso precede também a campanha do presidente Lula não ser agredida, não ser ofendida e que não haja um desequilíbrio na disputa” , declarou Edinho a jornalistas depois da reunião.

Edinho completou: “O que nós queremos é uma disputa que seja equilibrada, que as duas campanhas sejam tratadas da mesma forma” .

O presidente do PT afirmou que tratou com Nunes Marques e os demais ministros presentes da “questão do não cerceamento à organização nas redes sociais” . Segundo ele, “a sociedade hoje se organiza fisicamente e se organiza também nas redes sociais” .

“Uma coisa é você punir fake news, outra coisa é você impedir, proibir que a sociedade se organize por meio das redes sociais” , declarou.

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O encontro com as campanhas de Lula e do senador Flávio Bolsonaro (PL) já estava no horizonte, mas ganhou urgência depois de declarações das equipes com críticas a decisões recentes do Tribunal.

Na reunião, Nunes Marques indicou às campanhas a necessidade de ações conjuntas para prevenir condutas que possam gerar “confrontos” no 2º turno.

Outra pauta foi o aumento da judicialização das eleições. O ministro citou o registro de 162 processos de representação e direito de resposta nos 9 dias seguintes ao 1º turno de 2026. No mesmo período de 2022, foram 51, alta de 217,65%.

Nunes Marques destacou ainda o risco de decisões conflitantes e de restrição ao debate entre candidatos.

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Fonte: Poder360

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