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China intensifica repressão a streamers por conteúdo impróprio

Pequim suspende milhares de contas em campanha contra sexualização e pedidos de doações em plataformas de livestream.

Redação Cerrado em Foco1 visualizações
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China intensifica repressão a streamers por conteúdo impróprio

As autoridades chinesas intensificaram a fiscalização sobre as transmissões ao vivo, visando coibir a sexualização e a prática de pedidos de doações de forma inadequada. Esta iniciativa faz parte de uma campanha nacional mais ampla para purificar o ambiente online, que Pequim considera crucial para a ordem social.

A Administração Nacional de Rádio e Televisão da China (NRTA) e o Ministério da Cultura e Turismo lideram a ofensiva. Eles emitiram diretrizes claras que proíbem a exibição de pornografia e práticas que incentivem a mendicância online, marcando uma escalada nas ações regulatórias contra as plataformas de conteúdo.

Desde o início da campanha, um balanço recente revelou que mais de 1.840 perfis de criadores de conteúdo foram suspensos ou permanentemente banidos de diversas plataformas. As punições são aplicadas a streamers que violaram as novas regras, com foco em transmissões que desrespeitam os padrões morais estabelecidos pelo governo.

Além da remoção de perfis, as empresas de livestreaming também estão sob escrutínio. Elas foram instruídas a reforçar a moderação de conteúdo e a implementar sistemas mais eficazes para identificar e remover transmissões que violem as normas. A responsabilidade pela fiscalização recai agora sobre as próprias plataformas, sob pena de sanções.

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Essa repressão reflete a preocupação contínua do governo chinês com o impacto do conteúdo digital na sociedade, especialmente entre os jovens. A campanha visa não apenas remover o que é considerado impróprio, mas também moldar o comportamento online e garantir que as plataformas de livestreaming promovam valores alinhados com a política cultural do país.

Ações semelhantes já foram observadas em outros setores da internet chinesa, como videogames e redes sociais, indicando uma estratégia governamental consistente para controlar narrativas e entretenimento. A atual ofensiva no livestreaming é mais um passo nessa direção, redefinindo os limites do que é aceitável no espaço digital chinês.

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Fonte: Poder360

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