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Cine Brasília exibe documentário sobre mulheres com câncer na fila do SUS

Redação Cerrado em Foco••1 visualizações
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Cine Brasília exibe documentário sobre mulheres com câncer na fila do SUS
Cine Brasília exibe documentário sobre mulheres com câncer na fila do SUS - imagem 2

Divulgação Ler resumo Exibição de documentário: o longa Esse Outubro Não é Rosa, dirigido por Luciana Salvatore, será exibido no Cine Brasília, em Brasília; Tema da obra: o filme narra a trajetória de mulheres que enfrentam o câncer de mama e dificuldades de atendimento pelo SUS; Programação do evento: após a exibição, ocorrerá um debate com a diretora, personagens e especialistas sobre o tema do documentário. Resumo gerado por ferramenta de IA

O documentário Esse Outubro Não é Rosa, dirigido por Luciana Salvatore, será exibido às 19h da próxima quinta-feira (22/10), no Cine Brasília, na Asa Sul (DF). Produzido na capital, o longa-metragem narra a história de mulheres que enfrentam o câncer de mama e precisam esperar por atendimentos, exames, diagnósticos e tratamentos pelo Sistema Único de Saúde ( SUS ). A obra conquistou cinco prêmios internacionais, incluindo o de Melhor Filme Independente no Cannes Arts Film Fest.

A abertura ao público e o coquetel começam a partir das 18h. Após a exibição, será feito um debate sobre o tema principal com a diretora, personagens, especialistas e profissionais da área da saúde.

Esse Outubro Não é Rosa foi lançado há exatamente um ano e se destaca por mostrar a realidade dessas mulheres em contraste com um mês que conscientiza o diagnóstico precoce do câncer de mama e de útero.

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Para a diretora do Instituto Umanizzare, parceiro do doc, e ex-delegada da Polícia Civil do Distrito Federal ( PCDF ), Grace Justa, o longa é mais do que apenas um filme de não-ficção , mas sim uma forma de conscientizar e propor uma reflexão mais aprofundada na demora do atendimento a pacientes com esses tipos de câncer.

Acompanhando a história de Fátima e Rafaella, o documentário mostra a vida de duas mulheres que sobreviveram a doença mas que, por uma infelicidade do destino, precisaram recorrer novamente aos tratamentos e diagnósticos, após a volta dos tumores, o que é chamado na medicina de recidiva.

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Fonte: Metrópoles - DF

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