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COI Rejeita Queixa Contra Infantino por Suposto Apoio a Trump

Comitê Olímpico Internaciona se declara sem jurisdição para apurar conduta do presidente da FIFA.

Redação Cerrado em Foco
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COI Rejeita Queixa Contra Infantino por Suposto Apoio a Trump

O Comitê Olímpico Internacional (COI) anunciou a rejeição de uma queixa formal contra Gianni Infantino, presidente da FIFA, por seu suposto apoio político a Donald Trump. A denúncia foi protocolada por uma organização não governamental de direitos humanos, que acusava Infantino de conduta imprópria e parcialidade, contrariando os princípios de neutralidade política esperados de um líder esportivo global.

A ONG “A Watch” argumentava que as ações de Infantino, envolvendo encontros e declarações que pareciam favorecer a campanha de Trump, configuravam uma infração ao código de ética da própria FIFA. A entidade ressaltava a importância dos líderes de organizações esportivas manterem-se afastados de posicionamentos políticos explícitos, garantindo a integridade e universalidade do esporte.

Contudo, o COI, após análise do pleito, declarou-se sem competência para intervir na questão. Em seu comunicado, o Comitê Olímpico Internacional afirmou que a conduta de Infantino, enquanto presidente da FIFA, é de responsabilidade exclusiva da federação de futebol e de seus órgãos de governança, não cabendo ao COI tomar medidas disciplinares sobre líderes de outras entidades esportivas internacionais.

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A decisão do COI levanta discussões sobre os limites de atuação e as jurisdições das grandes organizações esportivas mundiais. A FIFA, como entidade máxima do futebol, possui autonomia para julgar as condutas de seus próprios membros e dirigentes, seguindo seus estatutos e códigos internos. A medida reforça a independência entre o COI e as federações internacionais sob sua égide, embora haja uma expectativa implícita de alinhamento com valores olímpicos.

Apesar da rejeição por parte do COI, o episódio reacende o debate acerca do envolvimento de figuras proeminentes do esporte com a política. A imparcialidade é um pilar fundamental para a credibilidade de líderes esportivos, especialmente em um cenário globalizado e politicamente polarizado. A expectativa é que a FIFA, por sua vez, monitore e, se necessário, aja de acordo com seus próprios mecanismos internos para garantir a aderência aos seus padrões éticos.

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Fonte: Poder360

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