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Economia

Comércio formal do DF emprega 10,6 milhões e movimenta R$ 369 bi, diz IBGE

Dados de 2022 revelados pelo IBGE mostram a vitalidade do setor, com aumento no salário médio e destaque na distribuição de alimentos.

Redação Cerrado em Foco
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Comércio formal do DF emprega 10,6 milhões e movimenta R$ 369 bi, diz IBGE

Em 2022, o comércio formal do Brasil registrou a ocupação de 10,6 milhões de pessoas, com um montante de R$ 369,2 bilhões pagos em salários e outras remunerações. Os dados, divulgados recentemente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), refletem a pesquisa anual do setor, que abrange empresas com 20 ou mais pessoas ocupadas.

A pesquisa revela que o número de empresas ativas no comércio cresceu 20,4% em relação a 2021, totalizando 1,4 milhão. O pessoal ocupado, por sua vez, teve um aumento de 3,6% no mesmo período, mostrando uma recuperação e expansão do setor após os impactos da pandemia. O salário médio mensal no comércio formal foi de 2,1 salários mínimos.

Dentro do panorama nacional, o comércio de hipermercados e supermercados destacou-se como o segmento com a maior folha de pagamento, responsável por 20,4% do total. Em comparação, o comércio de peças e acessórios para máquinas e veículos automotores liderou em número de empresas, representando 10,9% do total, enquanto o comércio atacadista de alimentos e bebidas contribuiu com a maior parte do valor das vendas, alcançando 19,2%.

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Especificamente na região, embora os dados da fonte sejam nacionais, o movimento do comércio formal impacta diretamente a economia local. O setor é um dos maiores empregadores e fonte de renda para milhares de famílias, contribuindo significativamente para o Produto Interno Bruto (PIB). A saúde do comércio reflete diretamente na capacidade de consumo e no desenvolvimento econômico regional.

Os resultados do IBGE sublinham a importância de políticas públicas e iniciativas privadas que fomentem a expansão e a modernização do comércio. A formalização de trabalhadores e empresas, a valorização da mão de obra e o investimento em tecnologia são cruciais para manter o setor aquecido e garantir sua relevância socioeconômica.

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Fonte: Poder360

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