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Educação

Debate esvaziado reúne Zema, Cury e Samara em São Paulo

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Debate esvaziado reúne Zema, Cury e Samara em São Paulo
Debate esvaziado reúne Zema, Cury e Samara em São Paulo - imagem 2

O debate presidencial promovido pelo Metrópoles, pelo podcast Inteligência Ltda. e pelo G4 foi realizado nesta sexta-feira (18.set.2026), em São Paulo. O encontro ficou marcado pelo esvaziamento do palanque, diante da ausência dos candidatos que lideram as pesquisas de intenção de voto.

Do grupo de postulantes ao Planalto, compareceram apenas Romeu Zema (Novo), Augusto Cury (Avante) e Samara Martins (UP). Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Flávio Bolsonaro (PL), Ronaldo Caiado (PSD) e Renan Santos (Missão) também foram convidados, mas não compareceram, o que reduziu o debate a apenas três nomes e alterou a dinâmica das sabatinas.

Zema defendeu a privatização de empresas e bancos estatais, citou o caso BRB-Master para criticar a influência política sobre instituições públicas e afirmou que o Brasil deveria reduzir a dependência comercial da China e deixar os Brics.

Samara criticou o pagamento de juros da dívida pública, defendeu aumento de 100% do salário mínimo e redução da jornada de trabalho. A candidata também criticou a escala 6x1 e classificou o “bolsa-banqueiro” como um problema estrutural, enquanto defendeu a manutenção e a ampliação do Bolsa Família.

Cury, por sua vez, criticou o aumento do piso do Bolsa Família promovido pelo governo federal na quinta-feira (17.set), a 17 dias do 1º turno das eleições. Disse que Lula usa “a dor dos outros para ganhar uma cadeira de presidente”.

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Samara defendeu o aumento de recursos para educação, universidades, pesquisa e tecnologia, sustentando que patentes desenvolvidas em instituições públicas devem beneficiar a população.

Cury propôs substituir o presidencialismo pelo semipresidencialismo, com o presidente responsável por questões estratégicas e um primeiro-ministro encarregado da gestão do governo.

Zema afirmou que o Supremo Tribunal Federal se transformou em um “balcão de negócios”. Cury também criticou a atuação da Corte ao comentar o caso do Banco Master, mencionando Lula e Flávio Bolsonaro em suas declarações sobre o episódio.

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Fonte: Poder360

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