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DF elege hoje Celina ou Grass: veja polêmicas que marcaram 2º turno

Redação Cerrado em Foco••3 visualizações
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DF elege hoje Celina ou Grass: veja polêmicas que marcaram 2º turno
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Distrito Federal DF elege hoje Celina ou Grass: veja polêmicas que marcaram 2º turno Disputa pelo Palácio do Buriti teve deepfake, denúncias à Polícia Federal, questionamentos sobre material eleitoral e embates na Justiça Thalita Vasconcelos 25/10/2026 03:05 Arte/Metrópoles Ler resumo Disputa eleitoral: Celina Leão e Leandro Grass concorrem ao cargo de governador do Distrito Federal no segundo turno; Decisão do TRE-DF: o tribunal determinou que a campanha de Celina não utilize vídeo com voz manipulada atribuída a Grass; Denúncia à Polícia Federal: Leandro Grass apresentou notícia-crime contra Celina Leão por suposta injúria eleitoral; Direito de resposta: o TRE-DF concedeu tempo de propaganda a Celina Leão. Resumo gerado por ferramenta de IA

O Distrito Federal elege neste domingo (25/10) quem comandará a capital do país pelos próximos quatro anos. A disputa no segundo turno é entre a atual governadora, Celina Leão (PP), que tenta a reeleição, e o ex-deputado distrital Leandro Grass (PT).

A campanha do segundo turno foi marcada por trocas de acusações entre os candidatos, disputas judiciais e episódios que ultrapassaram o debate sobre propostas para o DF.

Entre os principais casos noticiados pelo Metrópoles, estão a circulação de um vídeo manipulado por inteligência artificial, a distribuição de um panfleto com o número eleitoral incorreto de Celina e uma denúncia apresentada por Grass contra a adversária.

Veja as principais polêmicas que marcaram a reta final da disputa.

Na decisão liminar, o juiz auxiliar Carlos Alberto Martins Filho afirmou que o vídeo fazia parecer que Grass havia pronunciado palavras que, conforme os elementos apresentados no processo, não foram ditas por ele. A determinação previa multa de R$ 5 mil em caso de descumprimento.

Grass afirmou que teve a voz falsificada e classificou a circulação do material como uma tentativa de desinformar os eleitores.

Outro episódio envolveu um panfleto distribuído em uma ação de campanha de Leandro Grass em uma universidade na Asa Norte (DF).

O material apresentava, em colunas, os nomes “Lula e Leandro”, acompanhados do número 13, e “Flávio e Celina”, acompanhados do número 22. O número eleitoral de Celina, porém, é 11.

Diante da distribuição do material, a campanha da governadora acionou o TRE-DF. A representação questionou a associação do nome da candidata ao número de Flávio Bolsonaro (PL), que disputa a Presidência da República contra Lula (PT).

O episódio ocorreu na última semana antes da votação e acrescentou mais um embate judicial à disputa pelo governo local.

Em 21 de outubro, Leandro Grass apresentou uma notícia-crime eleitoral à Polícia Federal (PF) contra Celina Leão . O petista pediu a abertura de investigação para apurar uma possível prática de injúria eleitoral.

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A denúncia teve como base declarações feitas pela governadora em uma entrevista no dia anterior. Segundo Grass, Celina teria insinuado que ele poderia praticar violência contra mulheres.

O candidato argumentou que a fala ultrapassou os limites da crítica política ao associar seu nome à violência contra mulheres sem apresentar fatos que sustentassem a insinuação. A defesa pediu a instauração de inquérito e informou que também avaliava medidas na esfera cível.

Antes de procurar a PF, Grass havia registrado um boletim de ocorrência na Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF). O registro foi cancelado pela corporação sob a justificativa de que, por envolver fatos relacionados ao processo eleitoral, o caso deveria ser tratado pela Polícia Federal ou pela Justiça Eleitoral.

Na quinta-feira (22/10), o TRE-DF concedeu direito de resposta a Celina Leão contra uma propaganda eleitoral de Leandro Grass . A decisão determinou a concessão de um minuto no horário eleitoral gratuito de rádio e um minuto na televisão, nos espaços destinados à coligação do petista.

O material afirmava que Celina e o vice da chapa, Gustavo Rocha (Republicanos), haviam recebido pessoalmente dinheiro do banqueiro Daniel Vorcaro e das empresas Marechal e Sustentare.

Ao analisar o caso, o juiz auxiliar Carlos Alberto Martins Filho considerou que os documentos apresentados não demonstravam que os dois candidatos tivessem recebido pessoalmente os valores mencionados na propaganda. Por isso, classificou a afirmação como factualmente inverídica.

A decisão não proibiu críticas políticas nem questionamentos sobre relações econômicas, profissionais ou familiares dos candidatos. O entendimento foi de que a propaganda atribuiu diretamente aos dois o recebimento pessoal de recursos sem comprovação documental.

A participação dos candidatos em debates também se transformou em motivo de confronto. Celina anunciou que não participaria de novos encontros com Grass após o debate promovido pelo Metrópoles.

A governadora afirmou que havia sido interrompida pelo adversário durante o encontro e o acusou de transformar os debates em momentos de gritaria e ataques pessoais. Ela chegou a dizer que, diante da possibilidade de novos confrontos, teria de registrar uma ocorrência policial contra o petista.

Grass, por sua vez, criticou a decisão da adversária de não participar de novos debates. A ausência de Celina no encontro da TV Globo também foi explorada pelo candidato do PT durante a reta final da campanha.

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Fonte: Metrópoles - DF

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