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Saúde

Dia de Finados: tradição e homenagem movimentam cemitérios do DF

Redação Cerrado em Foco•
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Dia de Finados: tradição e homenagem movimentam cemitérios do DF
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HUGO BARRETO / METRÓPOLES @hugobarretophoto Ler resumo Movimentação em Finados: o Cemitério Campo da Esperança, na Asa Sul, registrou grande fluxo de visitantes em 2 de novembro; Apuração do Metrópoles : a reportagem acompanhou homenagens no local, incluindo o túmulo de Ana Lídia Braga; Ações da Sejus: a Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal instalou tendas para prestar atendimento, informações e acolhimento psicossocial aos visitantes; Expectativa de público: a concessionária prevê 400 mil visitantes. Resumo gerado por ferramenta de IA

O Dia de Finados, nesta segunda-feira (2/11) foi marcado por grande movimentação no Cemitério Campo da Esperança, na Asa Sul, em Brasília. Desde a manhã, centenas de pessoas passaram pelo local para prestar homenagens a familiares e entes queridos que partiram. Na entrada do cemitério filas de carros mostram o movimento intenso de visitantes que chegavam com flores, velas e orações.

As irmãs Tereza da Silva, de 72 anos, e Francisca Rodrigues, de 74. Moradoras de Ceilândia, sempre seguem a tradição de homenagear os mortos no Dia de Finados. As duas foram ao Campo da Esperança para visitar os túmulos de familiares. Segundo Tereza, seis parentes estão sepultados no local.

Aos 72 anos, Tereza afirmou que nunca deixou de comparecer ao cemitério no Dia de Finados. “Todos os anos. Enquanto eu for viva, eu e ela, nós nunca perdemos”, contou, referindo-se à irmã. Além das homenagens feitas nesta segunda-feira, as duas também costumam visitar os jazigos em outras ocasiões.

Tereza explicou que, durante essas visitas, as irmãs aproveitam para limpar os túmulos e cuidar das sepulturas.

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Entre as visitantes estavam Esmeralda Pereira, de 65 anos, que foi acompanhada de Graciele Pereira, 28, e Idaiza Pereira, 69. As três passaram pelo

Esmeralda contou que a visita ao túmulo da menina faz parte de uma tradição familiar. Todos os anos, ela e os parentes aproveitam a ida ao cemitério para acender velas e fazer orações. “Sempre a gente vem, todos os anos. Passa aqui, acende uma vela também. E nós acendemos a vela, oramos, fazemos nossas orações”, relatou.

Segundo ela, a família costuma visitar o local em grupos maiores, mas, neste ano, nem todos conseguiram comparecer. “Esse ano não deu para vir todo mundo, porque o pessoal trabalha, outros estão com problemas de saúde. Mas hoje somos só nós três”, explicou. Esmeralda acrescentou a irmã é devota de Ana Lídia e inclusive, teve uma promessa atendida.

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Fonte: Metrópoles - DF

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