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Durigan chama ajuste fiscal de Flávio de “ilusão barata”

Redação Cerrado em Foco••2 visualizações
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Durigan chama ajuste fiscal de Flávio de “ilusão barata”
Durigan chama ajuste fiscal de Flávio de “ilusão barata” - imagem 2

Ministro disse que mercado está comprando propostas do senador e que governo de Jair Bolsonaro não faz nenhum ajuste

Durigan afirmou que retirar esse montante do Orçamento significaria cortar praticamente todas as despesas discricionárias do Executivo, que incluem gastos com manutenção de serviços e investimentos Sérgio Lima/Poder360 - 16.jul.2026 Camila Nascimento de Brasília 8.out.2026 (quinta-feira) - 18h21 Priorize o Poder no Google O ministro da Fazenda, Dario Durigan , contestou a proposta do senador Flávio Bolsonaro (PL) de reduzir em mais de R$ 200 bilhões as despesas públicas. Em entrevista para a CNN Brasil, ele chamou o ajuste fiscal prometido de “ilusão barata e vazia, que o mercado está comprando”.

Segundo ele, Flávio não apresentou detalhes sobre como pretende executar o corte e a medida poderia comprometer políticas sociais e serviços públicos.

Durigan afirmou que retirar esse montante do Orçamento significaria cortar praticamente todas as despesas discricionárias do Executivo, que incluem gastos com manutenção de serviços e investimentos.

Para ilustrar os riscos, citou a possibilidade de interrupção de ações ambientais. “Tirar R$ 200 bilhões, que é toda a despesa discricionária que o Executivo tem, é voltar a ter desmatamento” , declarou.

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O ministro também rejeitou a avaliação de que o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tenha aumentado excessivamente os gastos. Ele afirmou que, ao lado do ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad , contribuiu para reorganizar as contas públicas e declarou que o governo não gastou além do que estava previsto no Orçamento.

O ministro ainda criticou a gestão fiscal do governo de Jair Bolsonaro. Segundo ele, naquele período não houve uma correção consistente das contas públicas, enquanto o risco-país e o endividamento pioraram.

Na avaliação de Durigan, o aumento da dívida pública nos últimos anos está relacionado sobretudo ao peso dos juros, e não ao resultado primário das contas do governo.

Ele também citou medidas de contenção de despesas adotadas pela atual gestão, como o bloqueio de R$ 20 bilhões no Orçamento em 2025, o congelamento de R$ 16 bilhões em 2026 e a revisão de benefícios tributários.

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Fonte: Poder360

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