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Eleições 2026: PMDF terá 5 mil policiais e reforço em embaixadas

Operação para o segundo turno inclui câmeras corporais, videomonitoramento e atenção preventiva na área central

Redação Cerrado em Foco•
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Eleições 2026: PMDF terá 5 mil policiais e reforço em embaixadas
Eleições 2026: PMDF terá 5 mil policiais e reforço em embaixadas - imagem 2

Para garantir a ordem pública e a tranquilidade no segundo turno das Eleições 2026, a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) estruturou uma operação especial focada na região central e na segurança das embaixadas. O plano de reforço foi desenhado para atuar no período que sucede a votação deste domingo (25/10), considerando possíveis atos ou reações populares diante da divulgação dos resultados do pleito.

Segundo o coronel Rômulo Palhares, não há alerta prévio ou indicação de ameaça direta voltada contra as representações diplomáticas. As medidas adotadas têm caráter preventivo e fazem parte de um protocolo de contingência estabelecido para os dias posteriores à eleição. O oficial observou que o cenário político polarizado pode elevar os ânimos de grupos de eleitores, justificando a atenção redobrada nos arredores das embaixadas e na área central da capital.

Durante o horário em que as seções estarão abertas, das 8h às 17h, aproximadamente 5 mil policiais militares serão destacados exclusivamente para atuar na segurança do processo eleitoral. O contingente equivale ao mobilizado no primeiro turno e contará com viaturas específicas e agentes alocados nos colégios eleitorais, sem prejuízo às rondas e ao policiamento rotineiro das demais regiões administrativas.

Uma das novidades operacionais para esta etapa é a realização de testes com câmeras corporais acopladas aos uniformes dos policiais e câmeras instaladas nas viaturas. Os dispositivos viabilizam a localização geográfica dos agentes, o acompanhamento de ocorrências em tempo real e dispõem de tecnologia de reconhecimento facial. Os equipamentos veiculares contam com leitura de placas de automóveis, operando integrados ao sistema DF 360 e ao monitoramento por drones.

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A juíza Marília Guedes, presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF), ressaltou que a utilização de câmeras no primeiro turno foi fundamental para flagrar crimes eleitorais, como o descarte irregular de santinhos. As infrações registradas foram encaminhadas ao Ministério Público Eleitoral para a abertura dos devidos procedimentos legais.

A respeito da logística e da integridade das urnas eletrônicas, a magistrada explicou que há uma rigorosa cadeia de custódia desde a liberação dos equipamentos no depósito do TRE-DF até o destino nas escolas. Esse transporte conta com o apoio dos Correios e da Polícia Judicial, enquanto a Polícia Militar monitora os locais de votação. Segundo Guedes, a mobilização humana e tecnológica tem como finalidade assegurar que o eleitor exerça seu direito ao voto de maneira totalmente livre e segura.

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Fonte: Acontece DF

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