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Educação

Em manifestação na Praça do Buriti, professores pedem diálogo com o GDF

Redação Cerrado em Foco•
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Em manifestação na Praça do Buriti, professores pedem diálogo com o GDF
Em manifestação na Praça do Buriti, professores pedem diálogo com o GDF - imagem 2

HUGO BARRETO / METRÓPOLES @hugobarretophoto Ler resumo Manifestação de professores: docentes da rede pública do Distrito Federal realizaram um ato na Praça do Buriti em 21 de outubro; Pauta do movimento: o Sindicato dos Professores no DF e profissionais questionaram mudanças no planejamento escolar, falta de diálogo da Secretaria de Educação e problemas na estrutura das unidades; Posição oficial: a SEEDF informou que a paralisação é facultativa e que as aulas suspensas serão repostas para garantir os 200 dias letivos. Resumo gerado por ferramenta de IA

Professores da rede pública de ensino do Distrito Federal realizaram um ato na Praça do Buriti, em Brasília, na manhã desta quarta-feira (21/10), para pedir diálogo com o Governo do DF (GDF). Ao longo da manhã, milhares de docentes passaram pelo local questionando mudanças e cobrando investimentos na Educação.

A mobilização foi acompanhada por equipes da Polícia Militar do DF (PMDF), que não registrou ocorrências graves.

O diretor do Sindicato dos Professores no DF (Sinpro-DF), Samuel Fernandes, alegou que o novo secretário de Educação, Thiago Peixoto , tem promovido alterações no planejamento de escolas. Samuel também apontou problemas na estrutura das unidades de ensino, salas de aula lotadas e insatisfação com os salários.

“Ele [o secretário] vem mudando tudo sem diálogo. As escolas estão abandonadas, com estrutura precária e professores adoecendo”, declarou. Segundo ele, as supostas alterações comprometem a autonomia das escolas e a aprendizagem dos estudantes.

Rafael Fernandes citou mudanças no calendário escolar e atrasos na divulgação do calendário do concurso de remanejamento como motivos de insatisfação. O professor também criticou a suspensão das negociações com o sindicato durante o período eleitoral.

Professores da rede pública de ensino do Distrito Federal realizaram um ato na Praça do Buriti, em Brasília, na manhã desta quarta-feira (21/10), para pedir diálogo com o Governo do DF (GDF)

Ao longo da manhã, milhares de docentes passaram pelo local questionando mudanças e cobrando investimentos na Educação.

A mobilização foi acompanhada por equipes da Polícia Militar do DF (PMDF), que não registrou ocorrências graves

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O professor de história Rafael Fernandes, de 49 anos, citou mudanças no calendário escolar e atrasos na divulgação do calendário do concurso de remanejamento como motivos de insatisfação

O candidato ao Governo do Distrito Federal (GDF) Leandro Grass (PT) também esteve no ato

Durante o ato, foram vistas bandeiras e panfletos dos candidatos Leandro Grass e Lula, que busca a reeleição à Presidência da República

A professora de matemática Mirelle Nascimento, de 30 anos, entende que a mobilização é a melhor forma de tornar pública a insatisfação dos professores com a gestão. “A gente veio para esse ato na intenção de que a população enxergue um pouco da nossa posição” , afirmou.

Durante a mobilização, alguns manifestantes carregavam cartazes com mensagens contrárias às políticas adotadas pelo GDF na rede pública de ensino. Entre as frases estavam “Não à militarização da escola pública” e “Escola não é negócio”. Também foram vistas bandeiras e panfletos dos candidatos Leandro Grass (PT) e Lula (PT), que concorrem ao Executivo local e à Presidência da República, respectivamente.

O candidato ao GDF Leandro Grass ouviu os representantes da categoria. Ele prometeu reestruturar a carreira e promover a formação continuada dos docentes. “Logo no início do meu governo eu vou abrir a mesa permanente de negociação para reestruturar a carreira. A gente vai melhorar as gratificações para os diretores e gestores”, declarou.

Em nota, a Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal (SEEDF) informou que a adesão à paralisação é facultativa e que a decisão cabe a cada profissional. A pasta afirmou ainda que as aulas suspensas serão repostas conforme o calendário escolar, assegurando o cumprimento dos 200 dias letivos e evitando prejuízos à aprendizagem dos estudantes .

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Fonte: Metrópoles - DF

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