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Erika Hilton aciona TSE contra canal “Tropa do Flávio” no WhatsApp

Redação Cerrado em Foco•
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Erika Hilton aciona TSE contra canal “Tropa do Flávio” no WhatsApp
Erika Hilton aciona TSE contra canal “Tropa do Flávio” no WhatsApp - imagem 2

Em seu perfil oficial no Instagram, a deputada afirma que o canal da oposição é gerido pelo deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) em apoio a Flávio Bolsonaro (PL) durante o 2º turno das eleições. Esse grupo teria um papel semelhante ao “Exército do Lula” , organizado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG) em apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Para Erika Hilton, a decisão se aplica igualmente à “Tropa do Flávio” , já que ambos são canais de apoiadores, não canais oficiais de campanha.

“Mas somente o canal de apoio a Lula e seus 4 milhões de membros estão sendo censurados pelas decisões do presidente do TSE” , disse a deputada.

Segundo a congressista, o canal pró-Flávio estaria compartilhando desinformação com fins eleitorais. Segundo ela, o canal chegou a publicar imagens falsas de uma jovem durante ato no domingo (11.out) e uma imagem gerada por inteligência artificial com conteúdo racista, representando uma mulher negra limpando o vidro de uma estação de metrô na avenida Paulista.

O canal “ Tropa do Flávio” foi criado em 6 de outubro, um dia depois do “Exército do Lula” . Este acumula cerca de 1,5 milhão de seguidores, enquanto o grupo lulista alcançou 4,3 milhões nesta 3ª feira (13.out).

O Poder360 procurou a assessoria do deputado Nikolas Ferreira para perguntar se gostaria de se manifestar a respeito do caso. Não houve resposta até a publicação desta reportagem. O texto será atualizado caso uma manifestação seja enviada a este jornal digital.

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Criado por Janones em 5 de outubro, o canal teve sua suspensão determinada no domingo (11.out) pelo presidente do Tribunal Superopr Eleitoral, ministro Nunes Marques, e foi restabelecido no mesmo dia por ordem do corregedor-geral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, em decisão tomada menos de 4 minutos depois de ter recebido a petição da campanha de Lula.

Entre elas, que o endereço do canal seja comunicado à Justiça Eleitoral no processo de registro da candidatura ou da coligação, com comprovação da providência nos autos e observância do prazo regulamentar de 48 horas.

O processo no TSE que pede a suspensão do “Exército do Lula” é movido pela campanha de Flávio, que alegou que o canal disseminava desinformação contra o candidato. Janones nega que o canal tenha publicado esse tipo de material.

Um relatório técnico da Corte não encontrou, nas publicações examinadas entre 2 e 11 de outubro, os conteúdos falsos citados na ação. O documento, porém, registrou que a exclusão prévia de mensagens poderia ter prejudicado a análise. Nesta 3ª feira, Janones confirmou que apagou cerca de 500 mensagens do canal.

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Fonte: Poder360

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