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EUA Restringem Importações de 43 Empresas Chinesas por Trabalho Forçado

Novas sanções visam companhias ligadas a supostas violações de direitos humanos em Xinjiang, China.

Redação Cerrado em Foco2 visualizações
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EUA Restringem Importações de 43 Empresas Chinesas por Trabalho Forçado

O governo dos Estados Unidos ampliou significativamente sua lista de restrições comerciais, incluindo 43 empresas chinesas sob a Lei de Prevenção do Trabalho Forçado Uigur (UFLPA). A decisão, anunciada nesta terça-feira, eleva para 65 o número total de companhias chinesas sob escrutínio, com o objetivo de impedir a entrada de produtos fabricados sob condições de trabalho forçado no mercado norte-americano.

As empresas adicionadas operam em uma vasta gama de setores, incluindo alumínio, vestuário, cobre, algodão e produtos agrícolas como tomates e seus derivados. A UFLPA, promulgada em 2021, presume que todos os bens produzidos total ou parcialmente na região de Xinjiang são frutos de trabalho forçado, a menos que as empresas possam provar o contrário de forma clara e convincente.

A estratégia de Washington é fortalecer a fiscalização das cadeias de suprimentos globais, garantindo que bens associados a violações de direitos humanos não cheguem aos consumidores americanos. O Departamento de Segurança Interna (DHS) é o principal órgão responsável pela implementação da UFLPA, trabalhando para identificar e bloquear a entrada desses produtos.

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Representantes do governo americano reiteraram o compromisso em combater o trabalho forçado em todo o mundo. A expansão da lista visa enviar uma mensagem clara às empresas que operam na China, destacando a seriedade com que os EUA encaram as alegações de coerção laboral, particularmente contra minorias étnicas na província de Xinjiang.

A China nega veementemente as acusações de trabalho forçado, classificando-as como interferência em seus assuntos internos e uma campanha de difamação. Pequim argumenta que as medidas ocidentais são motivadas por interesses geopolíticos e buscam prejudicar o desenvolvimento econômico da região. A questão continua sendo um ponto de atrito significativo nas relações entre as duas maiores economias globais.

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Fonte: Poder360

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