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Saúde

Exercício Orientado Melhora Qualidade de Vida de Pacientes com Câncer

Atividade física supervisionada oferece mais autonomia e bem-estar durante o tratamento oncológico.

Redação Cerrado em Foco1 visualizações
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Exercício Orientado Melhora Qualidade de Vida de Pacientes com Câncer

A inclusão de exercícios físicos orientados pode ser um diferencial significativo para pacientes oncológicos, proporcionando mais autonomia e bem-estar durante o tratamento. Essa abordagem tem se mostrado eficaz para minimizar os impactos negativos da doença e suas terapias, conforme destacado por profissionais de saúde.

Um exemplo concreto é o caso de Maria Erenice Mendonça, uma profissional de educação física que, após ser diagnosticada com câncer em 2020, encontrou no movimento uma forma de enfrentar a doença. A adesão a um programa de exercícios adaptados permitiu-lhe manter uma rotina mais ativa e lidar melhor com os desafios impostos pelo tratamento.

Especialistas na área da saúde reforçam que a atividade física para pacientes com câncer deve ser cuidadosamente planejada e supervisionada. É fundamental que o programa de exercícios seja adaptado às condições específicas de cada indivíduo, considerando o tipo de câncer, o estágio da doença, o tratamento em curso e o estado geral de saúde do paciente.

A prática regular de exercícios, quando bem orientada, pode contribuir para a redução da fadiga, melhora da força muscular, aumento da mobilidade e otimização da função cardiorrespiratória. Além dos benefícios físicos, a atividade também impacta positivamente a saúde mental, auxiliando no controle da ansiedade e da depressão frequentemente associadas ao câncer.

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Antes de iniciar qualquer programa de exercícios, é crucial que o paciente procure orientação de sua equipe médica e de um profissional de educação física especializado em oncologia. Essa colaboração garante que as atividades sejam seguras, eficazes e alinhadas às necessidades individuais, maximizando os benefícios e minimizando riscos.

O movimento, em suas diversas formas adaptadas, surge como um aliado poderoso no percurso do tratamento oncológico, empoderando pacientes e contribuindo para uma recuperação mais digna e com maior qualidade de vida. A ciência tem progressivamente validado a importância dessa intervenção não farmacológica.

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Fonte: Opinião Brasília

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