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GDF

G20: Brasil busca reverter tarifas dos EUA e apoia produtores de aço

Em encontro do G20, o ministro interino do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Uallace Moreira, expressa a intenção brasileira de reverter as sobretaxas sobre aço e alumínio impostas pelos Estados Unidos, buscando um alinhamento com a Organização Mundial do Comércio, OMC.

Redação Cerrado em Foco
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G20: Brasil busca reverter tarifas dos EUA e apoia produtores de aço

O Brasil, por meio do ministro interino do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Uallace Moreira, manifestará formalmente sua oposição às tarifas adicionais aplicadas pelos Estados Unidos sobre aço e alumínio brasileiros. A questão será levada à reunião de ministros do G20, que ocorrerá em Foz do Iguaçu, no Paraná, a partir de 8 de maio.

Moreira enfatizou que a postura americana, que impõe sobretaxas de 25% ao aço e 10% ao alumínio importados, contraria as normas da Organização Mundial do Comércio (OMC). Segundo o ministro, o Brasil defenderá o livre comércio e a necessidade de remover barreiras que impactam negativamente as exportações brasileiras.

Simultaneamente à diplomacia, o governo prepara um pacote de apoio para as empresas nacionais afetadas pelas tarifas. O ministro interino ressaltou que tanto o Banco do Brasil quanto o BNDES estão mobilizados para oferecer linhas de crédito e outras facilidades financeiras, garantindo a competitividade e a sustentabilidade dessas indústrias.

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As tarifas foram implementadas em 2018, sob a administração Trump, com a justificativa de segurança nacional. Apesar das mudanças de governo nos EUA, as medidas protecionistas foram mantidas, gerando prejuízos significativos para o setor siderúrgico e de alumínio do Brasil, que é um dos maiores exportadores globais desses commodities.

O encontro do G20 representa uma plataforma crucial para o Brasil buscar apoio internacional e pressionar por uma revisão das políticas comerciais americanas. A delegação brasileira espera encontrar ressonância entre outros países-membros que também podem ser afetados por práticas comerciais consideradas protecionistas.

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Fonte: Poder360

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