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Governo Lula diz ter assinaturas para acelerar votação da 6 X 1

Redação Cerrado em Foco•
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Governo Lula diz ter assinaturas para acelerar votação da 6 X 1
Governo Lula diz ter assinaturas para acelerar votação da 6 X 1 - imagem 2

Camilo Santana afirmou que senadoras apresentarão pedido para permitir a análise da PEC em 2 turnos na 4ª feira (14.out)

O pedido permite que a proposta seja votada em 2 turnos no mesmo dia; na imagem, o presidente Lula Sérgio Lima/Poder360 - 13.out.2026 Lara Brito Julia Amoêdo de Brasília 13.out.2026 (terça-feira) - 19h34 Priorize o Poder no Google O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já tem as assinaturas necessárias para apresentar um requerimento de calendário especial para acelerar a tramitação da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que acaba com a escala de trabalho 6 X 1 no Senado .

O pedido permite que a proposta seja votada em 2 turnos no mesmo dia. A expectativa do governo é que o requerimento seja aprovado para viabilizar a votação da PEC na 4ª feira (14.out.2026).

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O líder do PT no Senado e porta-voz da campanha, Camilo Santana , falou sobre o assunto nesta 3ª feira (13.out), na sede da campanha de Lula, no Lago Sul, em Brasília. Segundo ele, um grupo de senadoras apresentará o requerimento.

“Vai ser apresentado, não serei eu, será um conjunto de senadoras. Vamos apresentar para que a gente possa votar amanhã os 2 turnos”, declarou.

O calendário especial é uma forma de acelerar a tramitação da proposta. Sem a aprovação do requerimento, o Senado poderá votar o texto em 1º turno na 4ª feira (14.out), mas a 2ª votação ficará para outra data, depois do cumprimento dos prazos regimentais.

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A PEC precisa receber ao menos 49 votos favoráveis em cada turno para ser aprovada no Senado.

A expectativa do governo era que a proposta fosse discutida na semana do esforço concentrado, de 31 de julho a 4 de setembro. Porém, a proposta foi aprovada apenas na CCJ (Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania) por falta de quórum para votar no plenário.

O líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), afirmou que a Oposição conseguiu estimular ausências no plenário do Senado e impedir a votação da PEC. Segundo ele, a articulação do candidato à Presidência, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), e do líder da oposição, Rogério Marinho (PL-RN), foi decisiva para evitar que a proposta fosse submetida ao plenário.

A PEC ficou cerca de 3 meses parada no Senado após o distanciamento entre Lula e o presidente da Casa Alta, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). A relação entre os 2 ficou tensionada depois de a Casa Alta rejeitar a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, para a vaga no Supremo Tribunal Eleitoral.

Os 2 voltaram a se aproximar por intermédio dos ministros Alexandre de Moraes e Cristiano Zanin.

Lula negociou com Alcolumbre para a realização da votação. Integrantes do PT avaliam que a negociação se deve à necessidade de Alcolumbre precisar de apoio para se reeleger presidente da Casa Alta.

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Fonte: Poder360

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