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Educação

Grass sobre paralisação de professores: "Papel do governo é sentar e ouvir"

Redação Cerrado em Foco•
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Grass sobre paralisação de professores: "Papel do governo é sentar e ouvir"
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Distrito Federal Grass sobre paralisação de professores: "Papel do governo é sentar e ouvir" . Veja vídeo Durante panfletagem no Guará, o candidato ao GDF Leandro Grass falou sobre o movimento dos professores marcado para quarta-feira (21/10) Francisco Dutra 20/10/2026 09:39 Vinicius Loures/Divulgação Ler resumo Paralisação da categoria: o Sinpro-DF convocou paralisação geral das escolas públicas do Distrito Federal em 21 de outubro; Posição de Leandro Grass: o candidato ao governo afirmou que o papel da gestão é ouvir os educadores e respeitar o direito de reivindicação; Resposta da SEEDF: a Secretaria de Educação informou que a adesão é facultativa e que eventuais aulas suspensas serão repostas para o cumprimento dos 200 dias letivos. Resumo gerado por ferramenta de IA

Em protesto contra o suposto cerceamento de liberdade da comunidade escolar e por melhores condições de ensino, o Sindicato dos Professores do Distrito Federal (Sinpro-DF) mobilizou uma paralisação geral das escolas nesta quarta-feira (21/10). Do ponto de vista do candidato Leandro Grass (PT), o papel do governo é sentar e ouvir os educadores.

O petista comentou sobre a situação durante panfletagem no Centro de Ensino Médio do Guará, na manhã desta terça-feira (20/10). “Qualquer tipo de cerceamento, de repressão sobre a liberdade de escolha das pessoas, é um problema. Então, acredito que o papel do governo nesse momento é sentar e ouvir os professores”, afirmou.

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Para Grass, a comunidade escolar precisa ser ouvida e respeitada. “Acredito que o governo tem que respeitar quem tá no dia a dia da escola. Tem que saber ouvir, não pode se impor. A gente está num momento de campanha, de eleições. A liberdade é um direito fundamental”, completou.

Segundo o postulante ao Palácio do Buriti, todos os servidores públicos, independente da carreira, têm o direito de reivindicar seus direitos e suas questões.

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Fonte: Metrópoles - DF

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