Grupo do DF é suspeito de vender 'kit' para golpe do falso parente; entenda
/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/Y/b/45aQlBRRGPL0vwQslYiA/canva-2026-08-29t162711.905.png)
/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/Y/b/45aQlBRRGPL0vwQslYiA/canva-2026-08-29t162711.905.png)
Pessoa usando celular, em imagem de arquivo Liz Bravo/Pixabay A Polícia Civil do Distrito Federal deflagrou na manhã desta quarta-feira (7) uma operação contra um grupo suspeito de aplicar o "golpe do falso parente" por um aplicativo de mensagem. Na ação, os suspeitos se passavam por parentes ou amigos das vítimas para pedir transferências em dinheiro. O mesmo grupo também vendia um "kit" para que outras pessoas aplicassem o mesmo golpe. No pacote, eram enviados os dados das vítimas e de seus familiares, além de um roteiro da conversa para aplicar o crime. Os agentes cumpriram cinco mandados de prisão e cinco de busca e apreensão em Ceilândia, Taguatinga e em Goiânia (GO). Os alvos são duas mulheres, de 24 e 46 anos, e três homens, entre 31 e 48 anos. A Polícia Civil identificou, pelo menos, 19 ocorrências vinculadas ao grupo, com prejuízo aproximado de R$ 73 mil. Uma única vítima perdeu R$ 53 mil. Entre as vítimas, estão idosos entre 75 e 83 anos. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 no WhatsApp. Como atuavam De acordo com as investigações, o grupo atuava, pelo menos, desde 2024 e tinha sede em Ceilândia. O chefe do grupo é um ex-funcionário de operadora de telefonia, que cadastrava chips em nome de pessoas sem o consentimento delas. A Polícia Civil aponta que um único celular registrou mais de 6 mil habilitações de chips, que já eram vendidos habilitados e no CPF de terceiros. Segundo os investigadores, outra parte do grupo atuava em Goiânia, recebendo os chips e criando contas em uma rede social de mensagens. Esse grupo também era responsável por vender "kits" para aplicação do golpe, com dados das vítimas e de seus familiares, além de um roteiro da conversa. Os investigados podem responder por organização criminosa, estelionato qualificado pela fraude eletrônica, com aumento de pena quando praticado contra idosos e lavagem de dinheiro. As penas podem ultrapassar 26 anos de prisão. A operação desta quarta é coordenada pela Delegacia Especial de Repressão aos Crimes Cibernéticos do DF (DRCC), vinculada ao Departamento de Combate à Corrupção e ao Crime Organizado, com apoio da Delegacia Estadual de Repressão aos Crimes Cibernéticos de Goiás (DERCC). Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.
Fonte: G1 DF
Leia também
SegurançaPreso grupo que extorquiu R$ 3 milhões de vítimas com falsos serviços espirituais
Preso grupo de SP que extorquiu milhões de vítimas do DF com falsos serviços espirituais A Polícia Civil do Distrito Federal cumpre seis mandados de prisão temporária no estado de São Paulo, nesta quarta-feira (7), contra um grupo suspeito de extorquir quase R$ 3 milhões de vítimas com falsos serviç
SegurançaPCDF prende cinco suspeitos de lucrar R$ 73 mil com golpe do falso parente
Grupo é investigado por fornecer chips e “kits” com dados pessoais para aplicar golpes. Prisões ocorreram em Taguatinga e Ceilândia
SegurançaJanja diz que Flávio quer pessoas trabalhando 7 dias por semana
Segundo a primeira-dama, o senador vai “acabar” com o Farmácia Popular e o crime organizado vai “dominar o Brasil” “Não podemos voltar às trevas que a família Bolsonaro deixou o Brasil há 4 anos”, diz Janja; na foto, a primeira-dama em evento em 16.set.2026 Sérgio Lima/Poder360 – 16.set.2026 PODER36
Mais lidas
- 1Nara Ayres Britto, advogada e filha de ex-ministro, celebra casamento
- 2Filha mata pai cadeirante em Bragança Paulista e transmite crime online
- 3Acidente entre caminhões deixa dois mortos na DF-290, próximo ao Gama
- 4PM-GO sob investigação por agressão brutal durante abordagem em Formosa
- 5Lula Eleva Herói da Guerra do Paraguai a Marechal Honorífico