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Homem que matou vizinho por causa de estacionamento no DF é condenado a 25 anos de prisão

Redação Cerrado em Foco•
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Homem que matou vizinho por causa de estacionamento no DF é condenado a 25 anos de prisão
Homem que matou vizinho por causa de estacionamento no DF é condenado a 25 anos de prisão - imagem 2

Homem é morto a tiros durante briga por causa de carro no DF Francisco Evaldo de Moura, de 57 anos, foi condenado a 25 anos e dois meses de prisão por matar o vizinho Adriano de Jesus Gomes a tiros e ainda tentar atingir o filho da vítima. O julgamento, que durou mais de 15 horas, foi realizado pelo Tribunal do Júri de Samambaia, nesta quinta-feira (15). Francisco respondeu por homicídio qualificado e tentativa de homicídio. ➡️ O crime foi em fevereiro do ano passado, durante uma briga por causa de uma vaga de estacionamento, em Samambaia. Adriano de Jesus Gomes, à época com 50 anos, morreu após ser atingido por pelo menos quatro disparos (veja vídeo acima). Ele deixou a esposa, três filhos netos. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 no WhatsApp Briga por estacionamento O momento da briga foi registrado por câmeras de segurança. As imagens mostram Adriano e o filho, de 20 anos, discutindo com Francisco (de blusa branca). O suspeito recuou para o portão de sua casa e, rapidamente, sacou a arma de fogo e efetuou disparos contra pai e filho, que correram. O filho de Adriano conseguiu fugir e se escondeu dentro de casa, mas Adriano foi atingido, não resistiu aos ferimentos e morreu. A mulher que aparece nas imagens não se feriu. De acordo com testemunhas, Adriano tinha uma empresa de transporte escolar e estacionou um ônibus na rua onde ele e o vizinho moravam. Francisco não teria gostado. Adriano de Jesus Gomes morreu aos 50 anos TV Globo/Reprodução Julgamento Vítima da tentativa de homicídio, o filho de Adriano, Gabriel Ferreira, com 20 anos à época do crime, foi o primeiro a ser ouvido. Depois, foram ouvidas as 18 testemunhas, tanto de acusação quanto de defesa. Em seguida, ocorreu o interrogatório do réu, que respondeu ao crime preso. Foram selecionados 25 jurados para participar e 7 foram sorteados para julgar o caso. Depoimento do réu Francisco se entregou à polícia um dia depois do crime. Em seu depoimento, ele disse que a arma era de uso pessoal do filho, cabo do Exército. A arma estava no guarda-roupa do filho. Ele alegou legítima defesa, o que não foi aceit pelos investigadores. Ainda durante depoimento, Francisco contou que não foi a primeira vez que ele e Adriano se desentenderam e disse que, em outra ocasião, vizinho derrubou o portão da casa de Francisco quando estava dirigindo uma van escolar. Francisco afirmou que, no dia do crime, estacionou o carro ao lado da casa de Adriano e que o veículo ficou sujo com o óleo do escapamento da van. Francisco foi até a casa da vítima falar que deixaria o carro para que eles lavassem. Segundo o relato, como ninguém atendeu ao chamado, ele voltou para casa, colocou a arma na cintura e ficou esperando Adriano chegar. Em seguida, quando os vizinhos se encontraram e Francisco disse que deixaria o veículo para ser lavado, Adriano se "transformou" e o intimidou "peito com peito", segundo o relato do réu. Homem atira em vizinhos durante briga por causa de carro no DF TV Globo/Reprodução LEIA TAMBÉM: HISTÓRIA DO CRIME: como criminosos planejaram o assassinato de 10 pessoas da mesma família FEMINICÍDIO: morre mulher de 30 anos baleada na cabeça no DF; ex-marido é suspeito Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.

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Fonte: G1 DF

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