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Saúde

INSS pagará salário de trabalhadoras afastadas por violência doméstica

Redação Cerrado em Foco•
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INSS pagará salário de trabalhadoras afastadas por violência doméstica
INSS pagará salário de trabalhadoras afastadas por violência doméstica - imagem 2

Medida elimina a necessidade de uma nova perícia médica ou análise do mérito pelo instituto

--> copiar link --> A mulher afastada do trabalho por violência doméstica não precisa cumprir período de carência para receber o benefício Paulo H. Carvalho/Agência Brasília PODER360 2.out.2026 (sexta-feira) - 11h39 Priorize o Poder no Google O governo federal assegurou na 5ª feira (1º.out.2026) o afastamento remunerado de mulheres vítimas de violência doméstica por até 6 meses, quando houver determinação judicial. A medida elimina a necessidade de uma nova perícia médica ou análise do mérito pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) para a concessão do benefício às seguradas do RGPS (Regime Geral de Previdência Social).

A iniciativa visa a dar segurança financeira às mulheres que precisam se afastar do trabalho para romper o ciclo da violência.

A mulher afastada não precisa cumprir período de carência para receber o benefício. Também não há desconto de contribuição previdenciária sobre o valor recebido, e o período é computado como tempo de contribuição para a aposentadoria.

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse que a proteção também deve alcançar mulheres que não possuem vínculo de emprego ou não são seguradas do INSS.

A presidente do INSS, Ana Cristina Silveira, afirmou que o parecer representa um avanço na proteção social. “Quando uma mulher decide romper o ciclo da violência, ela precisa encontrar apoio e proteção do Estado brasileiro, e não novos obstáculos” , afirmou. Segundo ela, a segurança financeira é fundamental para que as vítimas possam se afastar das agressões e reconstruir suas vidas.

O INSS cobrará do agressor, por meio de ação regressiva, os valores pagos à vítima. A cobrança será feita por meio de ação judicial apresentada pela Procuradoria Geral Federal.

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Fonte: Poder360

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