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Lula diz que pressão popular levou PL a mudar posição sobre escala 6 X 1

Redação Cerrado em Foco•
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Lula diz que pressão popular levou PL a mudar posição sobre escala 6 X 1
Lula diz que pressão popular levou PL a mudar posição sobre escala 6 X 1 - imagem 2

Após Flávio mudar de posição sobre a jornada, presidente diz que seguirá priorizando os interesses da população

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) durante a convenção nacional do PSB, em Brasília, que oficializou a candidatura de Alckmin à Vice-Presidência na chapa à reeleição Sérgio Lima/Poder360 - 29.jul.2026 Lara Brito de Brasília 13.out.2026 (terça-feira) - 13h02 Priorize o Poder no Google O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse nesta 3ª feira (13.out.2026) que continuará tomando medidas que possam favorecer o avanço da direita, desde que atendam aos interesses da população. Durante evento no Palácio do Planalto, ele relacionou a pressão popular à mudança de posição do PL sobre o fim da escala de trabalho 6 X 1.

“Se todo mal que eu causar a esse país for fazer a direita avançar e atender aos interesses do povo brasileiro, eu vou continuar fazendo isso” , declarou Lula.

O presidente mencionou a posição do PL sobre a jornada de trabalho depois que o senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) declarou, na manhã desta 3ª feira (13.out.2026), que votará a favor da PEC que acaba com a escala 6 X 1. A afirmação indica uma mudança de posição em relação às críticas anteriores de Flávio à proposta, que ele já havia classificado como “eleitoreira”.

Lula afirmou que o governo deve ouvir as manifestações da sociedade, mesmo durante o período eleitoral. “Nós não queremos ser surdos, nós queremos ouvir o barulho” , declarou.

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A fala foi feita durante cerimônia para anunciar medidas voltadas a MEIs (microempreendedores individuais), a 12 dias do 2º turno das eleições presidenciais, marcado para 25 de outubro.

A principal novidade anunciada foi uma proposta de perdão de R$ 12,6 bilhões em dívidas tributárias com a União, que poderá beneficiar cerca de 3,6 milhões de microempreendedores. A medida depende de aprovação do Congresso Nacional.

O pacote também inclui a compra de dívidas bancárias por meio do Desenrola 3.0 e a estruturação de um auxílio de até R$ 5 mil para investimentos nos negócios. O governo ainda retomou a proposta de ampliar o teto de faturamento anual do MEI, que já tramita no Congresso.

Durante o discurso, Lula defendeu medidas que facilitem o acesso ao crédito e permitam o crescimento dos pequenos negócios. “Ninguém quer ser MEI a vida inteira. As pessoas querem crescer ”, afirmou.

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Fonte: Poder360

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