Lula erra nome de Leandro Grass em evento de campanha no DF


Gafe aconteceu durante fala sobre a eleição no Distrito Federal; Lula apoia Grass (PT) na disputa contra Celina Leão (PP)
Da esquerda para a direita, Rafael Fonteles (PT), governador reeleito do Piauí; Luiz Inácio Lula da Silva (PT), presidente e candidato à reeleição; Leandro Grass (PT), candidato ao governo do Distrito Federal; e Rui Costa (PT), senador eleito pela Bahia, no QG da campanha, em Brasília, na 3ª feira (6.out) Ricardo Stuckert/Campanha Lula - 6.out.2026 PODER360 7.out.2026 (quarta-feira) - 11h43 Priorize o Poder no Google O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) chamou o candidato do PT ao governo do Distrito Federal, Leandro Grass , de “Orlando” durante uma fala sobre a eleição no DF na 3ª feira (6.out.2026).
A gafe aconteceu no QG da campanha de Lula, no Lago Sul, em Brasília. O presidente estava ao lado de Grass quando se referiu ao candidato pelo nome errado. O encontro foi transmitido pelas redes sociais.
Na mesma fala, Lula citou a disputa pelo governo do Distrito Federal e afirmou que Grass teria “informações importantes sobre o BRB” para apresentar durante o 2º turno. O presidente não explicou quais seriam os dados nem detalhou quando eles seriam divulgados.
Grass disputa o 2º turno contra a governadora Celina Leão (PP). No 1º turno, realizado em 4 de outubro, Celina recebeu 49,93% dos votos válidos, enquanto o petista teve 34,47%.
A nova votação será realizada em 25 de outubro. Grass tem o apoio de Lula na disputa pelo Palácio do Buriti.
A campanha do petista busca ampliar o apoio entre os candidatos que ficaram de fora do 2º turno e conquistar parte dos votos obtidos pelos demais concorrentes. A estratégia também inclui explorar a crise envolvendo o BRB (Banco de Brasília), que se tornou um dos principais temas da eleição.
O BRB está no centro das discussões sobre a gestão do Distrito Federal por causa da tentativa de compra do Banco Master . Em março de 2025, o banco estatal aprovou a aquisição de 58% do capital do Master, mas o Banco Central rejeitou a operação em setembro daquele ano. O Master acabou liquidado pelo BC em novembro .
Na época das negociações, Celina era vice-governadora de Ibaneis Rocha (MDB) quando a operação foi discutida. Mensagens obtidas pela Polícia Federal e reveladas pela Folha de S.Paulo , porém, mostram o então dono do Master, Daniel Vorcaro, dizendo que Celina teria participado das negociações . Ela nega a versão .
O caso passou a ser explorado por Grass na campanha, que usa as operações do BRB com o Master para criticar a gestão do Distrito Federal e questionar a atuação de Celina no episódio.
Fonte: Poder360
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