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Lula perde 3,4 milhões de votos em 4 anos; Flávio ganha 5 milhões

Redação Cerrado em Foco•
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Lula perde 3,4 milhões de votos em 4 anos; Flávio ganha 5 milhões
Lula perde 3,4 milhões de votos em 4 anos; Flávio ganha 5 milhões - imagem 2

Presidente obteve 53.879.538 de votos no 1º turno de 2026 ante 57.259.504 em 2022; candidato do PL teve 56.104.503, contra 51.072.345 do pai

Na imagem, trecho do infográfico compara o desempenho de Lula nas eleições gerais de 2022 e 2026 Poder360 Rafael Barbosa Houldine Nascimento de Brasília 5.out.2026 (segunda-feira) - 4h54 Priorize o Poder no Google O presidente e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), perdeu 3.379.966 de votos no 1º turno de 2026 na comparação com o resultado eleitoral de 2022. O petista obteve 53.879.538 de votos (ou 45,16 % dos votos válidos) na 1ª rodada de votação deste ano, ante 57.259.504 de votos (ou 48,43% dos votos) 4 anos atrás.

O candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro , obteve 56.104.503 de votos (ou 47,03 % dos válidos). São 5.032.158 milhões a mais do que seu pai, Jair Bolsonaro (PL), recebeu no 1º turno de 2022, com 51.072.345 (ou 43,20%).

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Lula e Flávio se enfrentam no 2º turno, marcado para 25 de outubro. Há um cenário de forte polarização entre o petista e o filho mais velho de Bolsonaro, derrotado por Lula em 2022.

Lula perdeu votos na comparação com o 1º turno de 4 anos atrás em todas as regiões do país, mas teve seu maior baque no Sudeste, com 1,8 milhão de apoios a menos. No Nordeste também houve queda, mas bem menor em números absolutos (258.555 votos).

Já Flávio se saiu melhor que o pai em todas as regiões, com destaque para o Nordeste e para o Sudeste, regiões em que teve ganho de 3 milhões de votos, na soma. Leia os números no infográfico abaixo:

A campanha tem sido marcada por críticas mútuas e judicialização. Nas últimas semanas, o candidato do PL passou a se concentrar no voto útil de antipetistas para tentar decidir a disputa já na 1ª etapa. A estratégia ganhou força depois que Flávio começou a crescer nas pesquisas e a se aproximar de Lula.

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Em 3 de setembro, apareceu pela 1ª vez numericamente à frente em um cenário de 2º turno: 45% a 44%, segundo pesquisa PoderData/Aya , com a diferença dentro da margem de erro. A campanha do candidato do PL teve como alvo críticas ao governo Lula em economia, segurança e corrupção. Flávio defendeu corte de gastos, de impostos e de ministérios.

Lula teve a soberania como o mote, num contraponto a Flávio e à relação que o candidato do PL tem com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (republicano).

Em atos de campanha, Lula dizia em tom crítico que o principal adversário queria buscar ajuda dos EUA para as eleições. Citava possível “ingerência externa” .

De forma negativa, o chefe do Executivo brasileiro também mencionou diretamente Trump em algumas ocasiões:

Houve ainda diversas menções ao caso “Dark Horse” e à relação entre Flávio e Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master, que canalizou recursos para financiar a cinebiografia de Jair Bolsonaro.

Durante a campanha, Lula se concentrou na defesa do fim da escala 6 X 1 e na aprovação da PEC da Segurança Pública, sinalizando a criação de um ministério voltado à área. Houve menções a ações de governo, como o aumento do salário mínimo acima da inflação, a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5.000 mensais e programas como Crédito do Trabalhador, Desenrola Brasil e Pé-de-Meia.

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Fonte: Poder360

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