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Mendonça orienta plataformas sobre posts do caso Nossa Senhora

Redação Cerrado em Foco•
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Mendonça orienta plataformas sobre posts do caso Nossa Senhora
Mendonça orienta plataformas sobre posts do caso Nossa Senhora - imagem 2

Ministro do TSE afirma que só devem ser removidas publicações que ligam falsamente Flávio Bolsonaro ao boato de que ele quer retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira

--> copiar link --> A orientação estabelece que as redes sociais desativem unicamente os posts que atribuam ao congressista do PL qualquer iniciativa, articulação ou apoio para alterar o status da santa Sérgio Lima/Poder360 - 16.jun.2026 Rúbia Bragança de Brasília 2.out.2026 (sexta-feira) - 10h54 Priorize o Poder no Google O ministro André Mendonça , do Supremo Tribunal Federal e do Tribunal Superior Eleitoral , notificou as plataformas digitais nesta 6ª feira (2.out.2026) sobre os critérios para a remoção de publicações que atribuam falsamente ao candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) uma proposta para retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil. Leia a íntegra do ofício (PDF – 68 kB).

A notificação foi enviada depois de o plenário do TSE confirmar o entendimento do relator. A determinação estabelece que as redes sociais removam somente publicações que atribuam ao candidato do PL alguma iniciativa, articulação ou apoio à mudança do título de padroeira do Brasil concedido à santa.

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No documento enviado às plataformas, Mendonça ressaltou que as empresas não devem remover conteúdos com análises, críticas políticas ou declarações religiosas sobre o candidato. “Não deverão, portanto, ser indisponibilizadas publicações em razão da mera proximidade temática, da referência a Nossa Senhora Aparecida, da formulação de críticas ao candidato ou à sua família” , escreveu o ministro.

Mendonça estabeleceu ainda que, diante de dúvidas razoáveis sobre o enquadramento de uma publicação, o conteúdo deve permanecer no ar, em respeito à liberdade de expressão. Eventuais divergências jurídicas poderão ser submetidas novamente à avaliação da Justiça Eleitoral.

O caso havia provocado decisões liminares divergentes no STF antes do julgamento pelo plenário do TSE. Com a deliberação, a Corte eleitoral delimitou a atuação das plataformas para que a remoção fique restrita a conteúdos que atribuam falsamente ao candidato uma iniciativa para retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil.

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Fonte: Poder360

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