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Motoboy ajudou a salvar menino lançado com pai no lago: "A bag virou boia"

Redação Cerrado em Foco•
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Motoboy ajudou a salvar menino lançado com pai no lago: "A bag virou boia"
Motoboy ajudou a salvar menino lançado com pai no lago: "A bag virou boia" - imagem 2
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Imagens cedidas ao Metrópoles Ler resumo Acidente na Ponte do Bragueto: uma motocicleta bateu em uma mureta e arremessou um homem e o filho, de 12 anos, nas águas do Lago Paranoá; Resgate da criança: o motoboy Diego Gabriel Policena Silva utilizou sua bag impermeável como boia para salvar o menino; Falecimento da vítima: Rogério Salles Brandão foi retirado da água por bombeiros após ficar submerso, mas morreu após sofrer uma parada cardiorrespiratória. Resumo gerado por ferramenta de IA

Diego Gabriel Policena Silva, 24 anos, estava trabalhando como motoboy quando presenciou o acidente na Ponte do Bragueto, que terminou com a morte de um homem, arremessado no Lago Paranoá com o filho de 12 anos, no domingo (27/9) . Ele fazia uma entrega quando percebeu a movimentação no local e tentou encontrar uma forma de ajudar a criança.

“Ele gritava pelo pai e por socorro. Em uma situação em que alguém depende da gente, é preciso pensar rápido. Como eu já sabia que a bag tinha material impermeável e que a criança era leve e pequena, pensei que ela poderia se segurar e flutuar até a chegada do Corpo de Bombeiros. Naquele momento, a bag virou uma boia”, contou.

Diego também tentou ajudar Rogério Salles Brandão, o pai do menino, mas não conseguiu entrar no lago. Ele conta que havia passado por uma cirurgia recentemente e não tinha força física para fazer o resgate. O homem chegou a ser socorrido, mas morreu posteriormente, na tarde de segunda-feira (28/9).

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Diego reencontrou a criança e os familiares durante o velório de Rogério. O momento fez o motoboy relembrar o resgate e a sensação de saber que o menino havia sobrevivido. Para ele, a experiência deixou uma reflexão sobre a forma como as pessoas reagem diante de situações de emergência.

“A grande lição que levo de tudo isso é que ajudar o próximo não precisa de um porquê. Em vez de pegarmos o celular para filmar tragédias, devemos agir e estender a mão. Se cada um fizer a sua parte, o mundo se torna um lugar bem melhor”, afirmou.

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Fonte: Metrópoles - DF

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