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PL confirma apoio a 5 X 2, mas defende pautar PEC alternativa em 2027

Redação Cerrado em Foco•
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PL confirma apoio a 5 X 2, mas defende pautar PEC alternativa em 2027
PL confirma apoio a 5 X 2, mas defende pautar PEC alternativa em 2027 - imagem 2

Líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante diz que texto do PL criará pagamento por hora trabalhada e dispensará férias e salário mínimo

Sóstenes Cavalcante (na imagem) disse que o partido é favorável a manter a mesma postura adotada na Casa Baixa Sérgio Lima/Poder360 - 19.dez.2025 Ludmyla Barros de Brasília 14.out.2026 (quarta-feira) - 15h51 Priorize o Poder no Google O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), afirmou, nesta 4ª feira (14.out.2026), que os senadores do partido apoiarão a proposta do fim da escala 6 X 1 em votação no Senado . O congressista disse, contudo, que a sigla defenderá, em 2027, a aprovação da chamada PEC das Horas Trabalhadas.

A proposta alternativa estabelece a remuneração proporcional ao tempo de serviço. Segundo o deputado, o texto não trará previsão de férias, salário mínimo ou outros direitos da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho).

“ Queremos a PEC como alternativa. O que o trabalhador escolher. Não pode ser engessado. Na nossa mentalidade, a melhor relação é horas trabalhadas e recebidas. Somos a favor de votar igual foi na Câmara ”, disse o líder da bancada.

O congressista declarou que a emenda não entrará na votação atual: “ Isso não é discussão para agora. Nossa proposta é dar liberdade, sem ser uma base de mínimo. Hoje é reduzir. Vamos votar a favor igual votamos na Câmara. Acho que ninguém vai votar contra. Vão todos votar a favor ”.

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O líder acrescentou que o partido não abrirá mão do projeto: “Revisão não, queremos ampliar as opções. Essa outra PEC não é CLT. Essa outra PEC é opcional ao trabalhador se ele quiser outra modalidade” .

Segundo Sóstenes, o partido é favorável a manter a mesma postura adotada na Casa Baixa. Na votação realizada na Câmara dos Deputados, 81 dos 97 deputados do PL votaram a favor da proposta, 9 foram contrários e 7 não participaram da sessão.

A bancada do PL costuma criticar a redução da jornada de trabalho. A mudança de postura na Câmara levou a críticas dos governistas.

No Senado, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência da República, criticou a PEC e defendeu a implementação da remuneração por hora trabalhada. O congressista afirmou que a CLT é de 1943 e que o país necessita de uma legislação mais moderna. Flávio mudou de ideia e declarou que votará a favor da redução na votação desta 4ª feira (14.out).

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Fonte: Poder360

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