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Saúde

Polícia descarta o envolvimento de babá na morte do bebê de 1 ano e 3 meses

Redação Cerrado em Foco•
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Polícia descarta o envolvimento de babá na morte do bebê de 1 ano e 3 meses
Polícia descarta o envolvimento de babá na morte do bebê de 1 ano e 3 meses - imagem 2

Reprodução/Imagem criada por IA Ler resumo Investigação policial: a Polícia Civil do Distrito Federal descartou o envolvimento da babá na morte de uma bebê de 1 ano e 3 meses; Causa da morte: a 32ª Delegacia de Polícia de Samambaia apura o óbito, ocorrido após a criança dar entrada em uma UPA em parada cardiorrespiratória com diversos hematomas; Decisão judicial: a Justiça negou em 22 de outubro pedido do Conselho Tutelar para afastar a criança da mãe, do padrasto e da babá. Resumo gerado por ferramenta de IA

A Polícia Civil do Distrito Federal ( PCDF ) descartou o envolvimento da babá na morte de uma bebê de 1 ano e 3 meses, que aconteceu no último domingo (25/10), em Samambaia. A corporação confirmou a informação ao Metrópoles nesta quarta-feira (25/10).

A cuidadora havia sido citada nas investigações após a criança apresentar sinais de possíveis agressões enquanto estaria sob os cuidados da babá . Em 13 de outubro, a mãe da menina chegou a denunciar o caso depois de identificar uma marca semelhante a uma mordida na bochecha da filha.

No domingo (25/10), a bebê foi levada à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Samambaia em parada cardiorrespiratória. Durante o atendimento, os profissionais identificaram hematomas, cortes e outros machucados que aparentavam ser de diferentes datas.

Segundo o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal ( Iges-DF ), a criança chegou à unidade com sinais de violência em parada cardiorrespiratória. Apesar das tentativas de reanimação realizadas pela equipe médica, ela não resistiu.

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A criança morreu três dias após a Justiça negar o pedido do Conselho Tutelar para afastá-la da mãe, do padrasto e da cuidadora .

O pedido foi solicitado após a criança ser levada ao Hospital Regional de Taguatinga (HRT) e, posteriormente, ao Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib) em 13 de outubro. Durante o atendimento, profissionais de saúde identificaram lesões e acionaram o Conselho Tutelar de Samambaia.

Diante da suspeita de maus-tratos, o órgão solicitou à Justiça, com base na Lei Henry Borel, medidas para afastar a criança da mãe, do padrasto e da babá. O pedido, no entanto, foi negado na quinta-feira (22/10) , por suposta falta de indícios suficientes para impedir que a menina permanecesse sob os cuidados maternos.

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Fonte: Metrópoles - DF

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