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Educação

Projeto fixa prazo de 3 anos para substituir plásticos nas escolas

Redação Cerrado em Foco•
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Projeto fixa prazo de 3 anos para substituir plásticos nas escolas
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Proposta estabelece metas para trocar copos, canudos, pratos e materiais escolares de plástico por alternativas sustentáveis em até 3 anos

A proposta também orienta que as escolas fomentem o uso de materiais escolares sustentáveis e autoriza a recomendação para que os estudantes levem utensílios próprios reutilizáveis Freepik Agência Câmara 12.out.2026 (segunda-feira) - 6h40 Priorize o Poder no Google O Projeto de Lei 1.465 de 2026 estabelece diretrizes para substituir gradualmente copos, canudos, pratos, talheres e bandejas de plástico descartável por alternativas renováveis ou reutilizáveis. A medida também abrange materiais escolares plásticos.

As regras valerão para a administração pública e para instituições de ensino públicas e privadas.

A proposta altera a Lei 9.795 de 1999 , que institui a Política Nacional de Educação Ambiental, e a Lei de Licitações e Contratos Administrativos .

De acordo com o autor da proposta, deputado licenciado Ricardo Galvão (PSB-SP), o país produz anualmente cerca de 500 bilhões de itens plásticos descartáveis. Na justificativa, ele afirmou que a iniciativa alinha o Brasil a compromissos e metas internacionais de sustentabilidade.

Para as instituições de ensino, o texto estabelece metas progressivas a partir da vigência da futura lei: 25% de substituição em 6 meses; 50% após um ano; 75% em dois anos; e 100% após três anos.

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A proposta também orienta que as escolas fomentem o uso de materiais escolares sustentáveis e autoriza a recomendação para que os estudantes levem utensílios próprios reutilizáveis.

“ Ao focar nas instituições de ensino, o texto atua em um ambiente estratégico de grande potencial transformador. As escolas são locais ideais para reduzir resíduos e educar futuras gerações sobre sustentabilidade, consumo consciente e economia circular ”, afirmou Ricardo Galvão.

O projeto será analisado, em caráter conclusivo , pelas comissões de Educação; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Este texto foi publicado originalmente pela Agência Câmara de Notícias, em 7 de outubro de 2026. O conteúdo é livre para republicação, citada a fonte, e foi adaptado para o padrão do Poder360.

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Fonte: Poder360

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