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“Que ninguém venha a Aparecida alimentar divisões”, diz arcebispo

Redação Cerrado em Foco••2 visualizações
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“Que ninguém venha a Aparecida alimentar divisões”, diz arcebispo
“Que ninguém venha a Aparecida alimentar divisões”, diz arcebispo - imagem 2

Dom Mário Antônio da Silva defende que fiéis cheguem ao Santuário Nacional motivados pela fé, e não por disputas políticas

Dom Mário Antônio da Silva estará pela 1ª vez à frente das celebrações do Dia da Padroeira no Santuário Nacional de Aparecida Reprodução/Instagram @dommarioantonio – 10.out.2026 PODER360 11.out.2026 (domingo) - 9h42 Priorize o Poder no Google O arcebispo da Arquidiocese Metropolitana de Aparecida (SP), dom Mário Antônio da Silva , 59 anos, afirmou que as celebrações do Dia de Nossa Senhora Aparecida, na 2ª feira (12.out.2026), devem se concentrar no fortalecimento da esperança e no aprendizado com a fé, e não em disputas eleitorais.

“Que ninguém venha a Aparecida para alimentar divisões ou animosidades, mas para renovar a fé, fortalecer a esperança e aprender com Maria a construir um Brasil mais fraterno, justo e solidário” , declarou em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo , publicada neste domingo (11.out).

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Empossado em maio como arcebispo de Aparecida, dom Mário estará pela 1ª vez à frente das celebrações do 12 de Outubro no Santuário Nacional.

Nossa Senhora Aparecida esteve no centro da disputa presidencial neste ano durante o 1º turno, quando circulou uma notícia falsa de que Flávio Bolsonaro (PL) pretendia retirar da santa o título de padroeira do Brasil.

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Questionado se a disputa política influenciará a celebração deste ano, dom Mário respondeu que, a cada 4 anos, a festa de Nossa Senhora Aparecida coincide com o período das eleições presidenciais, mas que isso não deve desviar a atenção do que considera essencial. “Ano após ano, a Mãe continua sendo o centro das nossas celebrações” , afirmou.

Para o arcebispo, o Santuário Nacional de Aparecida deve ser um local que acolha “a todos como peregrinos, respeitando suas diferenças” . Segundo dom Mário, os fiéis devem chegar ao local motivados “pela fé, pela oração, pela fraternidade e não pela divisão e disputas políticas” .

E acrescentou: “O dia 12 de outubro nos convida a fazer dessa festa um momento de se aproximar de alguém que pensa diferente de nós, sem hostilidade nem preconceito. Em casa, nas comunidades e nas redes sociais, [deve-se] evitar ofensas e discursos de ódio, promovendo o diálogo e o respeito” .

Para dom Mário, “a unidade cristã não exige que todos pensem igual, mas que todos reconheçam a dignidade uns dos outros” .

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Fonte: Poder360

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