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Saúde

Saúde não amplia vacina contra gripe no DF, apesar das 43 mortes

Ministério da Saúde mantém foco em grupos prioritários, ignorando apelos por imunização geral diante do aumento de óbitos e casos graves.

Redação Cerrado em Foco
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Saúde não amplia vacina contra gripe no DF, apesar das 43 mortes

Apesar do aumento significativo de casos graves e óbitos por gripe no Distrito Federal, o Ministério da Saúde decidiu não estender a campanha de vacinação para toda a população. A capital já contabiliza 43 mortes e 417 ocorrências graves desde o início do ano epidemiológico, em 2023, conforme dados da Secretaria de Saúde (SES-DF). A decisão mantém a imunização focada exclusivamente nos grupos de risco.

A Secretaria de Saúde do DF havia manifestado a intenção de solicitar a ampliação da vacinação ao Ministério da Saúde, especialmente após o Dia D da campanha, que ocorreu em 13 de abril. No entanto, o órgão federal esclareceu que não há previsão de mudança na estratégia para o período atual, reforçando que a priorização é uma medida para otimizar o uso das doses disponíveis.

Historicamente, a ampliação da vacinação para a população em geral costuma ser considerada apenas em campanhas de anos anteriores, quando há doses remanescentes e uma baixa cobertura nos grupos-alvo prioritários. Contudo, em 2024, a pasta optou por uma abordagem mais conservadora, aguardando novas diretrizes que deverão ser divulgadas apenas no próximo ano, em 2025.

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Os grupos prioritários definidos para receber a vacina contra a gripe incluem crianças de seis meses a menores de seis anos, gestantes, puérperas, idosos a partir de 60 anos, trabalhadores da saúde e pessoas com comorbidades. A imunização dessas categorias visa proteger os indivíduos mais vulneráveis a complicações graves e óbitos pela infecção viral.

A manutenção da política de vacinação restrita levanta preocupações entre a população e especialistas em saúde, que alertam para o risco de um aumento ainda maior nos números de casos e óbitos. A Secretaria de Saúde do DF continua monitorando a situação epidemiológica e reforça a importância de que os integrantes dos grupos prioritários busquem a vacina para garantir a própria proteção e contribuir para a saúde coletiva.

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Fonte: Metrópoles - DF

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