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SP proíbe telão de LED no Nubank Parque: Lei Cidade Limpa barra projeto

Parceria entre Nubank e WTorre esbarra em regulamentação urbanística da capital paulista; alternativa com letreiro tradicional é avaliada.

Redação Cerrado em Foco
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SP proíbe telão de LED no Nubank Parque: Lei Cidade Limpa barra projeto

A capital paulista rejeitou o projeto de instalação de um grandioso painel de LED no recém-nomeado Nubank Parque, casa do Palmeiras. A decisão, baseada nos rigorosos termos da Lei Cidade Limpa, frustra os planos de visibilidade da marca Nubank, que adquiriu os naming rights do estádio em parceria com a WTorre, administradora da arena.

A recusa da Prefeitura de São Paulo em autorizar a estrutura luminosa gigante já havia sido sinalizada em maio, antes mesmo da oficialização do novo nome do estádio. Na ocasião, documentos indicavam que a legislação municipal de publicidade, a Lei nº 14.223/2006, mais conhecida como Lei Cidade Limpa, inviabilizava a proposta.

Para a WTorre e o Nubank, a negação representa um revés na estratégia de marketing e na expectativa de retorno sobre o investimento multimilionário nos naming rights. A presença de um telão de LED seria um elemento central na comunicação visual e na promoção da marca junto aos milhares de torcedores e frequentadores do espaço.

Diante do impedimento legal, as partes envolvidas já consideram alternativas para garantir a presença da marca no exterior da arena. Uma das possibilidades em discussão é a instalação de um letreiro com iluminação convencional, que se adeque às diretrizes da Lei Cidade Limpa e, ao mesmo tempo, ofereça visibilidade ao Nubank Parque.

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A Lei Cidade Limpa é um marco na legislação urbanística de São Paulo, conhecida por proibir a publicidade externa em grande parte da cidade. Seu objetivo é combater a poluição visual, valorizando a paisagem urbana e garantindo que o espaço público não seja dominado por anúncios comerciais. Essa legislação já impôs desafios semelhantes a outros projetos na metrópole.

O caso do Nubank Parque reforça a importância da legislação urbanística na definição da paisagem das grandes cidades e nos planos de grandes empreendimentos. A negociação entre os detentores dos naming rights, a WTorre e o poder público municipal promete continuar em busca de uma solução que concilie interesses comerciais e o cumprimento da lei.

A busca por um acordo que permita a identificação externa do Nubank Parque sem ferir a legislação é crucial para a valorização do contrato de patrocínio. As próximas semanas devem trazer novidades sobre o formato final da sinalização, definindo como o novo nome do estádio será exibido aos olhos do público paulistano.

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Fonte: Poder360

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