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GDF

SUS Avalia Inclusão de Medicamento Crucial para Hipertensão Pulmonar

Consulta pública busca contribuições para incorporar droga de alto custo para pacientes em estado grave.

Redação Cerrado em Foco
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SUS Avalia Inclusão de Medicamento Crucial para Hipertensão Pulmonar

O Ministério da Saúde lançou uma consulta pública para discutir a inclusão de um importante medicamento no rol de tratamentos oferecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A droga em questão é o selexipague, utilizada no combate à hipertensão arterial pulmonar (HAP), uma doença rara e progressiva que afeta gravemente os pulmões e o coração, especialmente em adultos.

A iniciativa visa democratizar o acesso a terapias eficazes para pacientes que sofrem com as formas mais severas dessa condição. Atualmente, o selexipague é um tratamento de alto custo, inviabilizando o acesso para grande parte da população que depende exclusivamente da rede pública de saúde.

A hipertensão arterial pulmonar provoca o estreitamento e endurecimento dos vasos sanguíneos dos pulmões, elevando a pressão arterial nessa região e sobrecarregando o coração. Sem tratamento adequado, a doença pode levar a sérias complicações e redução da expectativa de vida.

Durante o período da consulta, que se estende até 17 de agosto, cidadãos, profissionais de saúde, entidades médicas e associações de pacientes podem apresentar suas contribuições. Essas manifestações são cruciais para embasar a decisão final da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec), responsável por avaliar a eficácia, segurança e custo-efetividade de novas terapias.

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A possível incorporação do selexipague representa um avanço significativo na oferta de cuidados para indivíduos com HAP grave. Além de melhorar a qualidade de vida, o tratamento adequado pode reduzir internações e diminuir a progressão da doença, impactando positivamente o sistema de saúde a longo prazo.

A Conitec seguirá um rito processual rigoroso, analisando as evidências científicas e as informações colhidas na consulta pública antes de emitir um parecer definitivo. A decisão final poderá transformar a realidade de milhares de pacientes que aguardam por mais opções terapêuticas acessíveis na rede pública.

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Fonte: Poder360

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