Tarcísio nega perseguição da PM a Haddad em São Paulo
Governador paulista classifica relato do petista como "falsa comunicação" e minimiza incidente.

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), pronunciou-se sobre a controvérsia envolvendo uma alegada perseguição da Polícia Militar do estado contra o então candidato Fernando Haddad (PT). Tarcísio descreveu o incidente como uma "falsa comunicação", afirmando que os indícios apontam para a inexistência de qualquer irregularidade ou ação direcionada da corporação.
A declaração do governador veio em resposta ao relato de Haddad, que, durante o período eleitoral, tornou público ter sido acompanhado por uma viatura da PM. O político petista expressou preocupação com a situação, interpretando o seguimento como uma possível intimidação ou vigilância indevida.
Tarcísio de Freitas, contudo, descredibilizou a narrativa de Haddad, indicando que a apuração inicial da situação não corroborava as alegações de perseguição. Segundo o governador, "tudo mostra que não foi absolutamente nada", sugerindo que o episódio foi um mal-entendido ou uma interpretação equivocada por parte do candidato.
Este tipo de episódio, envolvendo autoridades e forças de segurança, frequentemente gera debate público e questionamentos sobre a conduta policial e a liberdade de movimentação de figuras políticas. A posição do governador paulista busca assegurar a lisura da atuação da Polícia Militar e a transparência em incidentes que possam gerar desconfiança.
A gestão de Tarcísio tem enfatizado a defesa da corporação, buscando afastar quaisquer suspeitas de uso político da estrutura estadual de segurança. A repercussão do caso, embora pontual, é um indicativo da sensibilidade de questões que envolvem a polícia e a política, especialmente em períodos de acirramento eleitoral.
O esclarecimento por parte do chefe do executivo estadual visa pacificar a discussão e reiterar a postura do governo em relação à neutralidade e profissionalismo das forças de segurança. A versão oficial do governo paulista contrasta diretamente com a percepção inicial do petista, reforçando a divergência de narrativas sobre o incidente.
Fonte: Poder360
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