GDF

Tornozeleiras Eletrônicas Ganham Cores para Identificação em Violência Doméstica

Projeto de Lei propõe padronização visual para alertar sobre risco em casos de agressão.

Redação Cerrado em Foco
Compartilhar:
Tornozeleiras Eletrônicas Ganham Cores para Identificação em Violência Doméstica

A Câmara dos Deputados analisa um Projeto de Lei que propõe uma mudança significativa na identificação de pessoas em prisão domiciliar ou com medidas protetivas – a padronização visual de tornozeleiras eletrônicas. A iniciativa, se aprovada, permitiria que a Justiça determinasse cores específicas para os dispositivos, especialmente em casos de violência doméstica de alto risco.

Atualmente, as tornozeleiras eletrônicas são predominantemente de cor preta ou cinza. A proposta sugere que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) estabeleça critérios para a padronização, definindo cores que facilitem o reconhecimento da condição do monitorado. O foco principal é a proteção de mulheres vítimas de agressão, ao permitir que a comunidade e as autoridades identifiquem rapidamente potenciais agressores.

A Secretaria Nacional de Políticas para as Mulheres revela dados alarmantes: mais de 2 milhões de brasileiros cumprem pena por violência contra a mulher. Desses, apenas 20.300 utilizam tornozeleira eletrônica, mostrando a disparidade entre o número de agressores e o uso do monitoramento.

O Projeto de Lei justifica a medida como uma forma de intensificar a proteção de mulheres em situação de risco, visto que a tornozeleira eletrônica já é um instrumento importante para fiscalizar o cumprimento das medidas protetivas de urgência. A diferenciação visual tornaria a identificação mais imediata, agindo como um alerta e dissuasão.

PublicidadePublicidade in-article728 × 90 · anuncie@cerradoemfoco.com.br

A proposta visa aumentar a eficácia da fiscalização, proporcionando uma camada extra de segurança às vítimas e à sociedade em geral. A padronização de cores seria um passo adicional no combate à violência doméstica, permitindo que a presença de um agressor em áreas restritas à vítima seja notada com mais facilidade.

A expectativa é que, com essa nova medida, haja uma redução nos casos de reincidência de violência, além de um aumento na sensação de segurança das vítimas. A padronização também poderia facilitar o trabalho das forças de segurança na identificação e intervenção em situações de risco iminente.

Você vai casar? Contrate quem entende. Agende seu ensaio: 61 99925-5564

Fonte: Câmara dos Deputados - Política

Compartilhar:

Leia também

Mais lidas

  1. 1Dia Nacional da Capoeira é lei: 15 de julho celebra Patrimônio Cultural
  2. 2Riacho Fundo II Recebe Terrenos para 90 Moradias Populares
  3. 3Tiago César assume marketing de Lula para eleições de 2026
  4. 4GDF lança portal de transparência para material didático escolar
  5. 5Valparaíso: Arena Gêmeos Sediará Torneio Gratuito de Futevôlei