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Trump cogita Infantino, presidente da FIFA, para chefiar a ONU

Reportagem do NY Post revela planos do ex-presidente dos EUA para a liderança das Nações Unidas.

Redação Cerrado em Foco
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Trump cogita Infantino, presidente da FIFA, para chefiar a ONU

Donald Trump, ex-presidente dos Estados Unidos, estaria articulando a indicação de Gianni Infantino, presidente da Federação Internacional de Futebol Associado (FIFA), para o cargo de Secretário-Geral das Nações Unidas. A informação foi divulgada pelo jornal The New York Post, citando fontes próximas a Trump.

Segundo a reportagem, a relação entre Trump e Infantino se estreitou significativamente, especialmente durante o planejamento para a Copa do Mundo de 2026, que será sediada em conjunto por Estados Unidos, Canadá e México. Os dois teriam desenvolvido uma forte sintonia, o que impulsionou a ideia da possível nomeação.

Um dos marcos dessa aproximação ocorreu em dezembro de 2023, quando Infantino, em um movimento incomum, concedeu a Trump o 'Prêmio da Paz da FIFA'. A premiação, geralmente associada a figuras que promovem a paz através do esporte, reforçou os laços entre o presidente da entidade máxima do futebol e o ex-chefe de Estado norte-americano.

Embora Trump ainda não tenha se pronunciado oficialmente sobre a intenção de concorrer às próximas eleições presidenciais dos EUA, o planejamento para uma futura administração já estaria em andamento. A escolha de Infantino para a ONU seria uma das peças desse tabuleiro político, visando uma remodelagem da organização internacional sob uma eventual nova gestão republicana.

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Infantino, que está à frente da FIFA desde 2016, possui uma vasta experiência em gestão global de uma das maiores entidades esportivas do mundo. Sua capacidade de liderar uma organização complexa e transnacional, embora no contexto esportivo, pode ser vista como um diferencial por Trump para o comando da diplomacia global. No entanto, a indicação, caso se concretize, certamente geraria intenso debate na comunidade internacional devido à sua trajetória predominantemente esportiva.

Os bastidores políticos em Washington e Nova York já repercutem a notícia, com a possibilidade de uma figura de fora do campo diplomático tradicional assumir um posto de tamanha relevância. A especulação levanta questões sobre o futuro da liderança da ONU e as possíveis direções que uma administração Trump poderia tomar em relação às relações internacionais.

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Fonte: Poder360

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