“Tudo que Jaques Wagner quer é depor”, diz Lula sobre caso Master


Lula diz que senador do PT não tem culpa e atribui irregularidades à gestão anterior do Banco Central
--> copiar link --> Lula e Jaques Wagner são amigos há décadas Ricardo Stuckert/Palácio do Planalto - 03.nov.2022 PODER360 2.out.2026 (sexta-feira) - 0h24 Priorize o Poder no Google O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, nesta 5ª feira (1º.out.2026), que o senador Jaques Wagner (PT-BA) “não tem nada a ver” com o Banco Master e com o Credcesta. A declaração foi feita em entrevista ao “Flow Podcast” .
“Tudo que Jaques Wagner quer é ser chamado para prestar depoimento”, disse Lula durante o programa.
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Segundo Lula, quando Wagner governava a Bahia, existia uma política ligada à cesta básica que deu origem ao que mais tarde se tornaria o Credcesta. O presidente afirmou que “Wagner vendeu para eles” e que “eles passaram a tomar conta disso”. Declarou: “Depois, eles tentaram dar entrada já aqui em Brasília para virar banco”.
Lula atribuiu ao governo de Jair Bolsonaro (PL) a transformação da instituição em banco. A mudança de status ocorreu enquanto Roberto Campos Neto presidia o Banco Central. O petista afirmou que foi a partir desse momento que a instituição “começou a fazer maracutaia e trambique” .
Jaques Wagner foi alvo da 9ª fase da operação Compliance Zero . Além do senador, o empresário Augusto Ferreira Lima, proprietário do Banco Pleno e ex-sócio do Master, foi um dos alvos das medidas autorizadas pelo Supremo Tribunal Federal.
Ao todo, foram expedidos 18 mandados de busca e apreensão na Bahia, em São Paulo e no Distrito Federal, além de medidas cautelares, como a proibição de contato entre investigados e a suspensão de passaportes. Segundo a PF, os fatos apurados podem configurar, em tese, os crimes de corrupção passiva, corrupção ativa e lavagem de dinheiro.
Além disso, o banqueiro Daniel Vorcaro afirmou em uma proposta de delação que realizava um pagamento mensal de R$ 3 milhões em propina para um grupo ligado ao senador. Segundo o ex-banqueiro, a operação contava com duas modalidades de pagamento principais:
Fonte: Poder360
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