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Varejo é setor mais beneficiado por rali depois do 1º turno

Redação Cerrado em Foco•
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Varejo é setor mais beneficiado por rali depois do 1º turno
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Magazine Luiza avançou mais de 60% na semana; queda da curva de juros impulsionou também empresas alavancadas

A ação da Magazine Luiza (MGLU3) subiu 60,58% na semana. É o papel com maior alta depois do 1º turno. Na sequência está Vamos (VAMO3) e Smartift (SMFT3) Natália Veloso/Poder360 Camila Nascimento de Brasília 11.out.2026 (domingo) - 14h00 Priorize o Poder no Google As ações de empresas ligadas ao varejo e ao consumo estão entre as maiores altas da Bolsa brasileira depois do 1º turno das eleições . Na semana de 5 a 9 de outubro, o Ibovespa subiu 8,82%, batendo recorde de fechamento nominal e corrigido pela inflação. O índice fechou em 209 mil pontos.

O resultado do 1º turno impulsionou a Bolsa. Flávio Bolsonaro (PL) terminou à frente de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na votação. O mercado acredita que o senador terá um governo mais disciplinado e menos expansionista com as contas públicas.

A perspectiva de uma melhora fiscal fez a curva de juros cair cerca de 1,5 ponto percentual na semana. Com a expectativa de juros mais baixos no futuro, a ação da Magazine Luiza (MGLU3) subiu 60,58% na semana. É o papel com maior alta depois do 1º turno. Na sequência está Vamos (VAMO3) e Smartif t (SMFT3).

Ainda no varejo, Azzas (AZZA3) e C&A (CEAB3) estão entre as maiores altas. O setor educacional, que também é sensível ao movimento da curva de juros, registrou alta. Cogna (COGN3) e Yduqs (YDUQ3) subiram mais de 30% na semana.

Empresas com alta alavancagem também foram beneficiadas pelo movimento, porque juros menores podem aliviar despesas financeiras e melhorar as perspectivas de resultados. É o caso de Vamos, Localiza (RENT3) e Smartif.

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Uma empresa alavancada é aquela que utiliza recursos de terceiros (como empréstimos, financiamentos, debêntures ou antecipações) em sua estrutura de capital.

Já a Cosan passou a reavaliar a venda de ativos diante da melhora das condições de mercado depois do 1º turno das eleições e da redução de sua dívida pela metade no último ano. Segundo a Bloomberg Línea , a companhia vê espaço para renegociar propostas, incluindo a possível venda de parte de sua participação na Rumo.

A MRV (MRVE3) divulgou a sua prévia operacional do 3º trimestre de 2026, que foi recebida pelos investidores, ajudando na alta da ação.

A companhia teve geração de caixa de R$ 456 milhões, impulsionada, entre outros fatores, pela venda de ativos nos Estados Unidos. Nos últimos 12 meses, a unidade MRV Incorporação registrou geração de caixa de R$ 130 milhões, revertendo a queima de R$ 349 milhões observada no mesmo período do ano anterior.

As vendas líquidas cresceram 29,6% em relação ao 3º trimestre de 2025, para R$ 3 bilhões, com alta de 25,7% no número de unidades comercializadas, para 11.015. Os lançamentos avançaram 12,4%, para R$ 2,645 bilhões. Apesar do desempenho operacional, a unidade de incorporação teve consumo ajustado de caixa de R$ 2,28 milhões no trimestre.

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Fonte: Poder360

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