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Saúde

Viúva de Lito Sousa relata dificuldade para viajar após morte do marido

Redação Cerrado em Foco••2 visualizações
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Viúva de Lito Sousa relata dificuldade para viajar após morte do marido
Viúva de Lito Sousa relata dificuldade para viajar após morte do marido - imagem 2

Mila Seidl vai viajar com o filho para Houston, nos EUA, e diz ter dificuldade para arrumar as malas depois da perda

Mila relatou dificuldade para se preparar para a partida; na imagem, Mila Seidl (esq.) e Lito Sousa (dir.) | Reprodução/Instagram @milaseidl - 24.ago.2026 PODER360 11.out.2026 (domingo) - 10h40 Priorize o Poder no Google Mila Seidl, viúva do piloto e influenciador Lito Sousa, publicou no sábado (10.out.2026) vídeos no Instagram em que aparece emocionada ao falar sobre a 1ª viagem que fará desde a morte do marido . Ela planeja ir com o filho para Houston, no Texas, nos Estados Unidos, onde tem familiares.

Embora o destino já estivesse definido, Mila relatou dificuldade para se preparar para a partida. “Estou aqui parada, meio paralisada, sem conseguir arrumar a mala. É como se eu não pudesse fazer [isso] . Estou indo pelo meu filho” , afirmou.

Ela também falou sobre a dificuldade de responder às pessoas que perguntam como está. “Quando as pessoas me encontram e perguntam como eu estou, tem aquele riso amarelo, porque não tem o que responder. Espero que amanhã eu tenha coragem de ir. E fico me perguntando o que o Lito falaria para mim” , disse.

Joselito Geraldo de Sousa, conhecido como Lito Sousa, morreu na 5ª feira (1º.out.2026), aos 59 anos. Ele era conhecido pelo canal Aviões e Músicas, no YouTube, e informou em 21 de agosto que havia sido diagnosticado com a doença de DCJ (Creutzfeldt-Jakob). Desde 8 de setembro, estava internado no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, por complicações da doença.

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O velório foi realizado em na 6ª feira (2.out.2026), na Prefeitura de Aeronáutica de São Paulo, na avenida Braz Leme, 2.594, no bairro de Santana, zona norte da capital.

A DCJ é uma doença neurodegenerativa rara, causada pelo acúmulo anormal de proteínas chamadas príons no cérebro. O processo provoca a destruição progressiva dos neurônios e tem evolução rápida. A sobrevida geralmente varia de 4 a 6 meses.

Segundo o CDC (Centros de Controle e Prevenção de Doenças) dos Estados Unidos, a incidência estimada é de 1 a 2 casos por milhão de habitantes por ano.

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Fonte: Poder360

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