Advogada de toalha quase derruba porta de vizinha no chute em Águas Claras


Material cedido ao Metrópoles Ler resumo Incidente em condomínio: uma advogada de 42 anos chutou a porta de uma vizinha de 30 anos em Águas Claras; Processos judiciais: o condomínio pediu o afastamento da moradora à Justiça, mas o TJDFT negou a medida liminar em junho de 2026; Relatos dos moradores: vizinhos atribuem o comportamento a surtos psiquiátricos e relataram à polícia episódios de ameaças e injúria racial contra a advogada. Resumo gerado por ferramenta de IA
Uma advogada de 42 anos, enrolada em uma toalha, quase derrubou a porta de uma vizinha a chutes, em um condomínio de Águas Claras (DF) , na manhã dessa terça-feira (20/10). O episódio é mais um dos conflitos atribuídos à mulher, que acumula reclamações de moradores que recorrem à Justiça para tentar afastá-la do residencial.
A perturbação do sossego, segundo os vizinhos, é constante no 10º andar do prédio. Há cerca de seis meses, a vítima se mudou para o local, onde passou a ouvir a mulher falar sozinha em voz alta dentro do apartamento e, às vezes, gritar pelo corredor.
A vítima, de 30 anos, estava em casa quando, às 8h52, a vizinha começou a bater à porta. Com a força dos chutes, a estrutura quase cedeu. “Precisei segurar a porta para impedir que ela caísse. Antes de mim, outra moradora já foi atacada com uma barra de ferro na porta, porque ela implica com esse apartamento, que fica bem de frente para o dela”, relatou.
A frequência dos episódios, segundo os condôminos, faz com que eles acionem a Polícia Militar e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), por se tratar de um surto psiquiátrico.
“Nunca há punição. Ela costuma dar carteirada, dizendo que é advogada, e demonstra confiança de que não sofrerá consequências”, relatou a moradora.
Os relatos de conflitos incluem acusações de injúria racial e ameaças de morte. Em maio deste ano, uma vizinha afirma ter sido ofendida pela advogada, que, em um vídeo obtido pela reportagem, aparece chamando a moradora de “preta suja”. Após o episódio, a vítima registrou um boletim de ocorrência por injúria racial na 21ª Delegacia de Polícia, em Águas Claras.
“Ela já me ameaçou de morte duas vezes: uma quando eu estava saindo de casa e outra, na semana retrasada, quando passei por ela na rua. Em outra ocasião, tentou me agredir, mas meu irmão e minha mãe estavam presentes”, relatou a moradora.
Fonte: Metrópoles - DF
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