Celina Leão cobra mudanças na lei após agressão em Águas Claras
Vice-governadora questiona falhas na legislação e defende internação involuntária para agressores.

A vice-governadora do Governo do Federal, Celina Leão, expressou forte descontentamento com a legislação vigente, que, segundo ela, falha em proteger a população de atos de violência. A declaração foi feita em resposta à agressão brutal que desfigurou o rosto de um jovem em Águas Claras, um caso que chocou a comunidade e levantou debates sobre a segurança no local.
Leão enfatizou que a repetição de casos de agressão envolvendo indivíduos em situação de rua sem a devida responsabilização perante a lei é um problema crítico. A vice-governadora pontuou que, frequentemente, agressores são liberados após os crimes, retornando às ruas e, por vezes, cometendo novos atos de violência. Essa dinâmica, de acordo com ela, gera um ciclo de impunidade e insegurança para os cidadãos.
Diante da gravidade do incidente de Águas Claras, Celina Leão defendeu a necessidade urgente de uma revisão da legislação. A proposta central da vice-governadora é a discussão da implementação de medidas como a internação involuntária, especialmente para indivíduos com histórico de agressões graves e que representam um risco contínuo à sociedade. Ela argumenta que a primazia da segurança pública deve prevalecer.
O caso em questão envolveu um jovem de 21 anos que foi severamente agredido por um homem em situação de rua em Águas Claras, resultando em lesões graves que exigiram cirurgia. A vítima, que estava a caminho de casa, foi atacada sem qualquer provocação aparente, o que intensificou o clamor por justiça e por medidas preventivas mais eficazes.
A repercussão do caso tem gerado grande comoção e mobilização nas redes sociais e entre a população local, que cobra das autoridades ações concretas para coibir a violência. A fala de Celina Leão adiciona um peso político à discussão, sugerindo que o debate sobre as falhas da lei e possíveis soluções, como a internação involuntária, pode ganhar força nos próximos meses.
As autoridades locais, por sua vez, estão sob pressão para reforçar o patrulhamento e encontrar meios de lidar com a questão da segurança e da população em situação de rua, buscando um equilíbrio entre a proteção dos cidadãos e os direitos individuais.
Fonte: Metrópoles - DF
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