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Cultura

CMEC defende empreendedorismo feminino estratégico, além da subsistência

Presidente do Conselho Nacional da Mulher Empreendedora e da Cultura ressalta a importância de impulsionar negócios liderados por mulheres para além da mera sobrevivência, focando em crescimento e impacto.

Redação Cerrado em Foco
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CMEC defende empreendedorismo feminino estratégico, além da subsistência

A presidente do Conselho Nacional da Mulher Empreendedora e da Cultura (CMEC), Ana Claudia Badra Cotait, defendeu que o empreendedorismo feminino deve transcender a esfera da sobrevivência. A declaração foi feita durante um painel no 1º Summit Mulheres nas Profissões, reforçando que a iniciativa empresarial feminina tem potencial para ser um motor de desenvolvimento econômico robusto e estratégico.

Cotait sublinhou que, embora o empreendedorismo seja muitas vezes uma válvula de escape para mulheres em situações de vulnerabilidade, é crucial que esses negócios aspirem a um patamar superior. O objetivo é que deixem de ser apenas uma fonte de renda emergencial para se tornarem empreendimentos sustentáveis e com capacidade de gerar riqueza e empregos em larga escala.

Durante o evento, a líder do CMEC, braço da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), apontou a necessidade de políticas e suporte que empoderem as mulheres empreendedoras. A visão é de que elas possam expandir seus negócios, investir em inovação e acessar mercados mais competitivos, transformando suas iniciativas em legados empresariais.

Essa perspectiva reflete um movimento crescente de reconhecimento da força e do impacto econômico das mulheres à frente de negócios. O debate focou em como as barreiras estruturais e culturais ainda limitam o pleno desenvolvimento dessas empreendedoras, impedindo que muitas alcancem seu potencial máximo.

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Para o CMEC, é fundamental criar um ecossistema favorável que inclua capacitação, acesso a crédito e mentorias personalizadas. Tais recursos são considerados essenciais para que o empreendedorismo feminino possa florescer e contribuir de maneira mais expressiva para o Produto Interno Bruto (PIB) do país, promovendo uma economia mais diversificada e inclusiva.

A organização reitera seu compromisso em promover ações que estimulem o crescimento desses empreendimentos, combatendo a informalidade e incentivando a formalização e a profissionalização. O intuito é que cada vez mais mulheres se tornem líderes de negócios prósperos, que não apenas garantam o sustento, mas impulsionem o progresso social e econômico.

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Fonte: Oito Quatro Notícias

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