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Disparidade Patrimonial: Candidatos ao GDF Revelam Bens ao TSE

Declarações ao Tribunal Superior Eleitoral mostram fortunas que variam de R$ 5 mil a mais de R$ 47 milhões entre os postulantes ao cargo máximo.

Redação Cerrado em Foco
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Disparidade Patrimonial: Candidatos ao GDF Revelam Bens ao TSE

A corrida pelo governo do Distrito Federal em 2026 trouxe à tona uma realidade financeira contrastante entre os dez candidatos, conforme as declarações apresentadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Os valores patrimoniais variam drasticamente, desde o menor montante, declarado por Expedito Mendonça (PCO), de R$ 5 mil, até o maior, pertencente a Kiko Caputo (Novo), que supera os R$ 47 milhões.

Essa grande diferença sublinha a diversidade socioeconômica dos nomes que buscam liderar a capital federal. A abertura dessas informações, parte do processo eleitoral, visa garantir a transparência e fornecer dados importantes para que a população possa analisar o perfil dos concorrentes.

Detalhes das declarações individuais mostram, por exemplo, que Arruda (PSD) registrou um patrimônio de R$ 830,7 mil, com seu vice, Luiz Pitiman, declarando um valor significativamente maior, na casa dos R$ 26 milhões. Já Ricardo Cappelli (PSB) apresentou bens avaliados em R$ 1,2 milhão, enquanto a governadora Celina Leão (PP) informou R$ 440,1 mil, demonstrando um aumento em relação à sua última declaração.

Entre os demais candidatos, Elisson Ferreira (Agir) declarou R$ 251,3 mil, e Leandro Grass (PT) manteve seu patrimônio em R$ 285 mil, centrado em um apartamento. Paula Belmonte (PSDB) se destaca com um patrimônio superior a R$ 10,4 milhões, majoritariamente em aplicações financeiras e participações societárias, com seu vice, Everardo Ribeiro, registrando cerca de R$ 23 milhões.

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Professor Robson (PSTU), por sua vez, declarou R$ 900 mil, referente a um único imóvel. A Professora Samara Mineiro (UP) apresentou o segundo menor patrimônio, com R$ 69,2 mil, que inclui um veículo financiado e a participação em um imóvel em construção.

A divulgação desses dados financeiros é um componente crucial das eleições, permitindo que os eleitores observem a evolução patrimonial dos candidatos ao longo do tempo e comparem as realidades econômicas de quem aspira a cargos públicos. Essa transparência reforça o compromisso com a integridade do processo democrático.

Com a campanha eleitoral em pleno vapor, o acesso a essas informações permite que a sociedade avalie não apenas as propostas, mas também o histórico e a condição financeira dos que se apresentam para representar a população, influenciando o debate público e a decisão nas urnas.

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Fonte: G1 DF

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