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Disputa Interna no PT-RJ: Quaquá Acusa Gleisi e Lindbergh de Monopólio

Vice-presidente nacional do partido critica concentração de emendas parlamentares federais no estado

Redação Cerrado em Foco1 visualizações
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Disputa Interna no PT-RJ: Quaquá Acusa Gleisi e Lindbergh de Monopólio
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Uma grave acusação abalou os bastidores do Partido dos Trabalhadores (PT) com declarações do vice-presidente nacional da legenda, Washington Quaquá. Em uma entrevista, Quaquá apontou que a presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, e o senador Lindbergh Farias teriam monopolizado a destinação de emendas parlamentares federais no estado do Rio de Janeiro, levantando questões sobre a equidade na distribuição de recursos dentro da sigla.

Segundo o vice-presidente, a atuação de Gleisi e Lindbergh consistiu em uma apropriação excessiva de verbas, que, de acordo com ele, deveriam ser distribuídas de forma mais equitativa entre os diretórios estaduais. Quaquá afirmou que ambos “ficaram ali pendurados no governo federal”, evidenciando uma proximidade que, na sua visão, resultou em privilégios na alocação de recursos públicos.

A crítica de Quaquá não se restringiu à distribuição das emendas, mas também à forma como esses recursos foram utilizados. Ele sugeriu que uma simples verificação das redes sociais dos parlamentares revelaria a quantidade de projetos e entregas, como tratores, resultantes dessas emendas, o que, para ele, comprovaria a concentração indevida de poder e influência.

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Essa denúncia surge em um momento crucial de articulações políticas, especialmente com as vistas voltadas para as eleições de 2026. A disputa por influência e a gestão de recursos são temas sensíveis dentro de qualquer partido, e a fala de Quaquá sinaliza um racha interno e a insatisfação de uma ala com a condução da política de distribuição de emendas.

A acusação de Washington Quaquá lança luz sobre a dinâmica de poder dentro do PT e a forma como os recursos federais são canalizados. A polêmica exige um posicionamento dos parlamentares citados e da cúpula do partido para esclarecer as acusações e assegurar a transparência na gestão de emendas, fundamental para a credibilidade da legenda perante o eleitorado e seus próprios membros.

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Fonte: Poder360

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