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É preciso dizer de onde virá corte, diz Alckmin sobre tesouraço de Flávio

Redação Cerrado em Foco•
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É preciso dizer de onde virá corte, diz Alckmin sobre tesouraço de Flávio
É preciso dizer de onde virá corte, diz Alckmin sobre tesouraço de Flávio - imagem 2

Vice-presidente declara que o candidato do PL ao Planalto quer “copiar as políticas adotadas na Argentina”

“Flávio jura de pé junto que não pretende cortar benefícios sociais. E é por isso que a conta não fecha de jeito nenhum", declara Geraldo Alckmin Reprodução/Instagram @geraldoalckmin_ – 20.out.2026 Houldine Nascimento de Brasília 20.out.2026 (terça-feira) - 10h55 Priorize o Poder no Google O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) questionou nesta 3ª feira (20.out.2026) o tesouraço que o candidato do PL ao Planalto, Flávio Bolsonaro , diz que fará se eleito. O tema é citado no programa de governo do adversário do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

“Flávio jura de pé junto que não pretende cortar benefícios sociais. E é por isso que a conta não fecha de jeito nenhum. Se ele diz que vai cortar R$ 200 bilhões e diz que esse corte não virá dos programas sociais, ele precisa dizer com todas as letras de onde vai vir esse corte. Ou ele está mentindo para você, eleitor, e não vai fazer corte nenhum, ou ele está escondendo quem vai perder com esse corte” , declarou Alckmin em vídeo publicado nas redes sociais.

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Em tom crítico, o vice-presidente disse que Flávio “nunca responde de onde pretende cortar” despesas. Cita o modelo econômico implantado pelo presidente argentino, Javier Milei (La Libertad Avanza, direita), visto como exemplo na campanha do candidato do PL.

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“A equipe econômica dele já diz que querem copiar as políticas adotadas na Argentina. O governo de lá cortou o aumento do salário mínimo acima da inflação. Eles também desvincularam o reajuste das aposentadorias em relação ao salário dos trabalhadores ativos. Isso significa que quando o trabalhador da ativa recebe um aumento, esse aumento não é dado aos aposentados” , afirmou .

Daniella Marques, coordenadora do programa econômico de Flávio, já fez elogios à política econômica restritiva adotada na Argentina.

“Lá na Argentina, eles também dificultaram o acesso ao programa de seguro-desemprego e diminuíram o valor das indenizações ao trabalhador. Eles também esvaziaram o programa que distribui remédios gratuitamente e diminuíram o número de beneficiários” , acrescentou Alckmin.

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Fonte: Poder360

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