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Economia

Justiça condena quarteto por lavar dinheiro em esquema vinculado ao PCC

Redação Cerrado em Foco••1 visualizações
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Justiça condena quarteto por lavar dinheiro em esquema vinculado ao PCC
Justiça condena quarteto por lavar dinheiro em esquema vinculado ao PCC - imagem 2

Pexels/Reprodução Ler resumo Decisão judicial: a Justiça Federal em Goiás condenou quatro pessoas por lavagem de dinheiro ligado ao PCC, com penas entre três e 31 anos e seis meses de prisão; Esquema criminoso: segundo o MPF, o grupo utilizava empresas de fachada e depósitos fracionados para ocultar recursos do tráfico internacional de drogas; Recursos judiciais: o Ministério Público Federal recorreu ao TRF1 para pedir o aumento das penas aplicadas aos dois principais réus. Resumo gerado por ferramenta de IA

A Justiça Federal em Goiás condenou quatro pessoas por lavagem de dinheiro em um esquema ligado a uma organização criminosa vinculada ao Primeiro Comando da Capital ( PCC ). As penas variam de três a 31 anos e seis meses de prisão. A sentença atendeu parcialmente à denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal ( MPF ). Outros dois acusados foram absolvidos por insuficiência de provas.

Segundo o MPF, o grupo investigado na Operação Elo Fraco utilizava empresas de fachada e contas bancárias para ocultar a origem de recursos provenientes principalmente do tráfico internacional de drogas.

A organização também teria obtido dinheiro com o comércio ilegal de armas, mas as condenações se referem à lavagem de valores oriundos do tráfico de entorpecentes.

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De acordo com a denúncia, o esquema tinha uma divisão de tarefas. Um dos líderes coordenava as operações, inclusive quando estava fora do país, enquanto um operador financeiro movimentava os recursos no Brasil por meio de uma distribuidora de bebidas.

Entre as movimentações identificadas, cerca de R$ 94 mil foram transferidos a um comerciante na Bolívia para pagar compras feitas pelo líder da organização no país vizinho, onde ele utilizava um nome falso. Outros R$ 283 mil foram enviados a uma empresa de importação e exportação em Guajará-Mirim (RO), na fronteira com a Bolívia.

Até despesas pessoais eram incluídas nas movimentações. Conforme o MPF, R$ 7 mil foram transferidos para pagar a babá dos filhos do líder, com os valores apresentados como despesas empresariais.

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Fonte: Metrópoles - DF

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