Michelle diz que Bolsonaro é “ameaça para si” sem acompanhamento


Ex-primeira-dama diz que marido não toma medicamentos, não se alimenta nem faz atividades quando está sem auxílio da família
Michelle foi eleita senadora pelo Distrito Federal no domingo (4.out), com 938.496 votos Sérgio Lima/Poder360 - 03.out.2026 PODER360 7.out.2026 (quarta-feira) - 16h15 Priorize o Poder no Google A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) afirmou nesta 4ª feira (7.out.2026) que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) é uma “ameaça para si” quando não tem alguém da família ao seu lado. Segundo ela, o marido deixa de tomar medicamentos, de se alimentar e de realizar suas atividades quando está sem acompanhamento.
A declaração foi dada durante encontro do PL com o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL), congressistas e governadores eleitos no 1º turno. Michelle foi eleita senadora pelo Distrito Federal no domingo (4.out), com 938.496 votos, ou 29,05% dos votos válidos.
“O meu marido, se a gente não tiver ao lado dele, ele mesmo é uma ameaça pra si só. Então, ele não toma medicação, ele não se alimenta, ele não faz as atividades”, disse Michelle.
A ex-primeira-dama afirmou que precisou reduzir sua agenda durante a campanha eleitoral para conciliar a atuação política com os cuidados com Bolsonaro. Disse que sua prioridade é manter o marido bem, preservar sua integridade física e assegurar que ele receba o cuidado da família.
Michelle também falou sobre a dificuldade de Bolsonaro em ficar afastado das atividades políticas. Disse que o ex-presidente é um “ homem que foi tirado da tomada” e o comparou a um “siri na lata” por causa do desejo de voltar às ruas.
Segundo ela, o contato com apoiadores é o que dá ânimo ao marido.
“Essa injeção de ânimo que ele tem, esse é o combustível dele. Abraçar, estar nas ruas, apertando as mãos, fazendo várias agendas por dia”, declarou.
Michelle também pediu mobilização dos integrantes do PL para a campanha de Flávio no 2º turno. Disse que o partido tem menos de 21 dias para intensificar a atuação nas ruas e afirmou que as mulheres estão mobilizadas em torno da candidatura.
A ex-primeira-dama afirmou que a campanha deve manter a unidade demonstrada nas disputas do 1º turno e disse acreditar na vitória da chapa de Flávio. Também destacou o desempenho do partido no Senado e na Câmara.
Ao final do discurso, Michelle pediu aos presentes que trabalhassem para “libertar ” Bolsonaro, e afirmou que o PL Mulher participará da mobilização nos Estados.
Fonte: Poder360
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