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Petrobras leva 12 blocos em Campos por R$ 3 bi em leilão da ANP

Redação Cerrado em Foco•
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Petrobras leva 12 blocos em Campos por R$ 3 bi em leilão da ANP
Petrobras leva 12 blocos em Campos por R$ 3 bi em leilão da ANP - imagem 2

Estatal foi responsável por mais de 97% do valor arrecadado pelo governo em disputa de concessão de áreas de petróleo

Petrobras já atua com exploração e produção na Bacia de Campos; na imagem, a Plataforma P-55 da estatal no Campo de Roncador, na área norte da bacia Divulgação/Petrobras Leo Garfinkel de Brasília 7.out.2026 (quarta-feira) - 18h57 Priorize o Poder no Google A Petrobras desembolsará R$ 2,92 bilhões por 12 novos blocos de exploração e produção de petróleo na Bacia de Campos. O valor corresponde a mais de 97% dos R$ 3 bilhões arrecadados pelo governo federal com os bônus de assinatura do 6º Ciclo da OPC (Oferta Permanente de Concessão), realizado nesta 4ª feira (7.out.2026) pela ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), no Rio.

Ao todo, foram arrematados 49 dos 308 blocos exploratórios ofertados na disputa. Houve propostas para setores de 7 das 9 bacias sedimentares incluídas no certame. O investimento previsto nos projetos é de R$ 1,58 bilhão .

O leilão teve ofertas de áreas em porções terrestres e marítimas das bacias de Campos, Ceará, Espírito Santo, Parnaíba, Potiguar, Recôncavo, Santos, Tacutu e Tucano Sul. Só as bacias de Santos e Espírito Santo ficaram sem propostas.

Além da Petrobras, saíram vencedoras outras 8 empresas, como as brasileiras Eneva, Origem e PetroRecôncavo.

Principal destaque do leilão, terminou com 12 blocos arrematados pela Petrobras. A estatal levou 8 no setor SC-AUP1, por R$ 2,9 bilhões , 3 no setor SC-AP1, por R$ 19,9 milhões, e um último no setor SC-AUP2, por R$ 3,9 milhões. O investimento previsto para a fase de exploração das áreas ultrapassa R$ 1 bilhão .

A bacia faz parte da porção terrestre da Margem Equatorial. Teve 6 blocos arrematados pela brasileira Aguila e 1 pela PetroRecôncavo, por valores de R$ 205 mil a R$ 377 mil.

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Um consórcio formado pela Petrobras e pela QatarEnergy arrematou 7 blocos de exploração na bacia, uma das 5 que integram a Margem Equatorial brasileira .

As companhias fizeram propostas para 7 dos 8 blocos ofertados na região. Ao todo, vão pagar R$ 28,46 milhões ao governo federal.

A disputa pelas áreas da bacia terrestre foi dominada pela Eneva, que levou 6 blocos por R$ 1,5 milhão, sendo R$ 250 mil cada. A Petrom (Petroquímica Mogi das Cruzes) levou outros 2 blocos. A bacia fica no Nordeste do Brasil, abrangendo quase todo o Estado do Piauí, além de partes do Maranhão e do Ceará.

É a província petrolífera mais antiga do Brasil, com exploração comercial iniciada em 1939, no Campo de Lobato. A Aguila arrematou 4 blocos na região, por valores de R$ 55.000 a R$ 77.000, e a PetroRecôncavo levou 1 por R$ 155 mil.

Tucano Serviços, Origem Energia e Alvopetro arremataram 8 dos 21 blocos ofertados no setor STUC-S. A Origem ficou com 4, por R$ 602 mil, a Alvopetro arrematou 3, totalizando R$ 475 mil, e a Tucano pagou R$ 5,1 milhões em bônus de assinatura por 1 bloco. Trata-se de uma bacia terrestre no Nordeste da Bahia.

Estreante em leilões da ANP, a bacia fica próxima à fronteira entre Brasil e Guiana. Teve 2 blocos arrematados pela Aguila, por R$ 77.000 cada.

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Fonte: Poder360

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