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“População reconhece que errou em 2022”, diz Marinho

Redação Cerrado em Foco•
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“População reconhece que errou em 2022”, diz Marinho
“População reconhece que errou em 2022”, diz Marinho - imagem 2

Coordenador de Flávio compara votação com a de Jair Bolsonaro e pede mobilização do PL no 2º turno

O coordenador também afirmou que a campanha continuará associada ao legado do ex-presidente Jair Bolsonaro Reprodução/ YouTube @Partido Liberal - 7.out.2026 Mariana Aquino de Brasília 7.out.2026 (quarta-feira) - 16h42 Priorize o Poder no Google O coordenador-geral da campanha de Flávio Bolsonaro (PL), senador Rogério Marinho (PL-RN), disse nesta 4ª feira (7.out.2026) que o resultado do 1º turno mostra, na avaliação dele, que a população reconheceu que “ errou ” ao eleger Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 2022.

A declaração foi dada durante reunião da bancada do PL, em Brasília, com a participação de governadores, senadores e deputados federais eleitos. Marinho comparou o desempenho de Flávio no domingo (4.out) com o de Jair Bolsonaro (PL) no 1º turno de 2022 e pediu aos integrantes do partido que ampliem a mobilização nos Estados para a votação de 25 de outubro.

“A população está reconhecendo que errou em 22. A população está reconhecendo que deu um voto equivocado em 22” , afirmou. Segundo Marinho, Flávio teve mais votos que o pai em 27 de 28 recortes considerados pela campanha –as 27 unidades da Federação e o exterior.

O coordenador afirmou que a campanha continuará associada ao legado do ex-presidente. “Nós não fomos a lugar nenhum sem Jair Messias Bolsonaro. É evidente que ele que nos norteou, ele que nos inspirou, é o legado dele que a gente está levando adiante” , declarou.

Flávio terminou o 1º turno à frente de Lula e disputará a Presidência com o petista no dia 25 de outubro. O resultado também ampliou a presença do PL no Congresso, e a direção do partido pretende usar os congressistas e lideranças estaduais para reforçar a campanha nas 3 semanas de 2º turno.

Marinho pediu aos integrantes do PL que mantenham mobilizadas as estruturas usadas no 1º turno, incluindo prefeitos, vereadores e equipes de comunicação. Disse que a campanha nacional terá poucos recursos e que cada Estado deverá organizar parte das próprias ações.

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“Faça sua parte, gente, porque você é muito mais importante no seu Estado” , afirmou. Marinho disse que a campanha priorizará regiões onde identifica possibilidade de ampliar a votação e citou carreatas, motociatas e adesivaços entre as ações.

A estratégia também inclui buscar partidos que não estiveram formalmente com Flávio no 1º turno. Marinho citou conversas com Republicanos, Podemos, Novo e União Brasil e pediu que lideranças do PL procurem representantes dessas siglas nos Estados para formar alianças locais.

A direção da campanha também pediu maior atuação dos congressistas nas redes sociais. Marinho afirmou que a equipe pretende ampliar de 55.000 para 150 mil o número de fiscais voluntários no 2º turno e apresentou canais digitais para distribuição de materiais aos parlamentares e apoiadores.

O publicitário Duda Lima, responsável pela estratégia de comunicação, disse que a campanha concentrará o discurso em temas como segurança pública, custo dos alimentos e endividamento. Também afirmou que a equipe usará a chamada “TV Celular” para distribuir conteúdo e responder a informações que classificar como falsas.

Marinho disse que a campanha terá pouco material físico e voltou a pedir que as estruturas estaduais produzam e distribuam conteúdo próprio. “Cada um fazer o seu no seu Estado. Não tem jeito, são 3 semanas” , declarou.

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Fonte: Poder360

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