Santos quita 3 transfer bans da Fifa, mas ainda tem 4 ativos


Pagamento de R$ 946 mil envolve atletas, mas débitos de R$ 15 milhões com comissão de Caixinha mantêm punições
O clube corre ainda o risco de nova punição após a CAS/TAS manter a condenação da Fifa que exige que o Santos pague R$ 2,2 milhões ao Al-Markhiya (Catar) pelo atacante Yusupha Njie Reprodução/Instagram Santos - 25.fev.2025 PODER360 13.out.2026 (terça-feira) - 22h22 Priorize o Poder no Google O Santos quitou nesta 3ª feira (13.out.2026) 3 transfer bans impostos pela Fifa . O valor pago foi de cerca de R$ 946 mil, referente ao mecanismo de solidariedade da Fifa em negociações com 3 atletas.
As punições encerradas envolviam o zagueiro João Basso , o meia Benjamín Rollheiser e o atacante Álvaro Barreal . Segundo o gE , um dos casos correspondia a US$ 55.000 (cerca de R$ 275 mil). Os outros 2 somavam 120 mil euros (cerca de R$ 671 mil).
Apesar das quitações, o clube ainda acumula 4 transfer bans ativos. Todos se referem a dívidas com o técnico português Pedro Caixinha e seus 3 auxiliares: José Pratas, Pedro Malta e José Belman.
Somados, esses valores ultrapassam R$ 15 milhões. A maior pendência é a do próprio Caixinha; o Santos precisa pagar R$ 10,7 milhões a ele, além de juros que elevam esse montante.
O clube também corre o risco de receber uma nova punição. A CAS/TAS (Corte Arbitral do Esporte) referendou a decisão da Fifa que condenou o Santos por uma dívida de cerca de R$ 2,2 milhões com o Al-Markhiya, do Catar, pela contratação do atacante Yusupha Njie.
A CAS/TAS julgou em setembro de 2026 o caso do empréstimo de Njie ao Santos. O atacante de Gâmbia foi cedido pelo Al-Markhiya ao Santos no 2º semestre de 2024. Ele ficou 4 meses no clube paulista sem entrar em campo. No fim de 2024, o Santos optou por encerrar o vínculo e devolveu Njie ao clube catari antes do término previsto do contrato, em junho de 2025.
Segundo a reportagem, o Al-Markhiya cobrava 350 mil euros (cerca de R$ 1,9 milhão) pelo empréstimo. O Santos reconheceu a dívida, mas alegou dificuldades financeiras e apresentou 2 pedidos na arbitragem.
Foi solicitado um abatimento de 5% do valor, correspondente ao mecanismo de solidariedade da Fifa, e também pediu a redução da multa de 10% para 5%, argumentando que o percentual original excedia os padrões de contratos internacionais.
O árbitro aceitou parcialmente os pedidos. A dívida foi reduzida de 350 mil euros para 332 mil euros (cerca de R$ 1,8 milhão), com base no desconto referente ao mecanismo de solidariedade. As multas, no entanto, foram mantidas integralmente.
Fonte: Poder360
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